segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Usuários de maconha batem de frente com as leis e exigem mudanças

Nem maconheiros, nem marginais. A atual postura dos usuários de maconha combate de frente qualquer tipo de preconceito e discriminação envolvendo o uso desta droga. O estereótipo do maltrapilho irracional que não tem controle sobre as próprias ações começa a dar lugar - ainda que de forma muito tímida - à figura do cidadão comum, que trabalha, estuda, leva uma vida normal e que, por opção, escolheu fumar maconha. Hoje, o que eles querem é o direito de consumir a erva como quem compra uma cerveja no boteco da esquina ou um maço de cigarros na padaria.

De acordo com Danilo Kamarov, professor de História e um dos idealizadores da marcha da maconha no estado do Sergipe, a manifestação sempre teve como objetivo trazer o debate sobre a legalização para o Estado. "Legalizar não é liberar. Na nossa sociedade não tem nada liberado. O álcool, por exemplo, não pode ser vendido para menores nem na porta de escolas. Legalizar é colocar sob lei. É reconhecer a maconha como um fumo. Hoje temos uma legislação que regulamenta a venda e o consumo de cigarro. É isso que queremos com a legalização da maconha", explicou.

Consciente de que este é um processo gradativo, ele tem a esperança de que a legalização acabe com o preconceito e com a marginalização do usuário. "A gente espera que com o tempo o consumo de maconha se torne algo normal. No dia a dia as pessoas convivem com dezenas de usuários. Somos estudantes, professores, motoboys, pedreiros, advogados, médicos. Usuários e usuárias de maconha que não estão ligados ao crime, nem praticam atos de violência ou deixam de ter uma vida social normal", defendeu.

2 comentários:

  1. muito bommm
    LEGALIZE IT!
    Y LOVE T H C
    se cada um tiver as suas sementes para plantar,
    não averá morte e nem nada pq kda uma planta o seu
    consumo própio

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  2. É isso ai galera..tem que legaliza a plantar em casa no luga de combra dos traficante

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