quarta-feira, 5 de outubro de 2011

De uma vez por todas proibicionistas, a Maconha não é proibida porque faz mal!

Ao longo do debate sobre a Cannabis é comum sempre existirem opiniões muito diversas e nada científicas. Uma coisa que sempre me chamou a atenção foi o fato dos proibicionistas sempre discutirem o assunto Maconha, olhando exclusivamente para a questão da proibição como se fosse um problema de saúde, ou seja, vamos proibir, porque faz mal.

No entanto, este é um pensamento sem bases científicas e sem argumentos plausíveis. As pessoas caíram em uma imbecilidade – seja por falta de curiosidade ou pelo pouco hábito de ler- que a Maconha é proibida pelo fato de fazer mal, como se alguma vez em toda a história, tivessem sentado um tanto de cientistas, estudado, e chegado a tal conclusão. Contudo, nunca ouve isso, pois pesquisando a fundo a história da proibição da Maconha, o que se constata é um cerceamento da liberdade de escolha por fins econômicos, atendendo a classe burguesa. Ademais, todos os cientistas que se interessaram pelo tema, comprovaram as substâncias terapêuticas da Cannabis, principalmente porque cientista analisa a situação com base na ciência, não se importando para valores morais pré-estabelecido por uma determina sociedade.

Para mim que nasci e cresci no Brasil, é completamente destoante achar que o Estado de fato preocupa com a nossa saúde. Atualmente, a saúde brasileira é um caos. Quem depende do Sistema Único de Saúde (SUS) é tratado feito um animal irracional, e querem que eu acredite que a Maconha é proibida porque faz mal? Pelo amor de Deus ou de Jah, poupe-me desta falácia inútil!

Ademais, como já cansou de dizer o Dr André Barros, a proibição da Maconha também tem suas origens discriminatórias, pois era coisa de negro, da cultura afro. E não vamos ser hipócritas , pois apesar da bela mistura de raça que é o Brasil, ainda sim é um país racista e não é pouco! Basta conferir quais são as etnias que são maiorias nos presídios e que são segregadas, vivendo na miséria e sem dignidade!

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