quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Presidente da Colômbia se diz a favor da descriminalização das drogas

A guerra as drogas vem causando um grande derramamento de sangue. Várias vertentes da sociedade se mobilizam em prol de uma política de drogas mais justa e menos repressora. Desta vez, quem acaba de entrar para a lista de celebridades que pede o fim da guerra as drogas e da legalização da Maconha, é o presidente colombiano Juan Manoel Santos.

"O mundo precisa discutir novas abordagens... estamos basicamente pensando ainda dentro da mesma estrutura como temos feito nos últimos 40 anos", disse ele.

Segundo Juan Manoel Santos, descriminalizar as drogas na colômbia é uma questão para o bem da segurança nacional, enquanto em outros países é apenas um problema de saúde e crime.

"O tráfico de drogas é o que financia a violência e os grupos irregulares em nosso país. Eu seria crucificado se eu deu o primeiro passo", disse ele em entrevista ao Metro, que faz parte de uma cadeia de jornais globais diário gratuito.

No mês passado, Felipe Calderón, o presidente mexicano, usou um discurso em Nova York para avisar que os EUA como "maior consumidor de drogas" do mundo teria que considerar a legalização "para reduzir os lucros astronômicos das organizações criminosas".

Ernesto Zedillo, Fernando Henrique Cardoso e Cesar Gaviria, ex-presidentes do México, Brasil e Colômbia, respectivamente, estavam entre a comissão de 19 membros que elaboraram o relatório.

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