quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Veteranos de Guerra lançam campanha nos EUA a favor da Maconha Medicinal

Nos últimos meses o governo do então presidente Barack Obama vem atacando insistentemente os dispensários de Maconha Medicinal. Além de ser uma afronta à autoridade e autonomia de alguns estados - no qual por meio de uma votação, exercendo-se da democracia, foi constatado a aprovação da Maconha Medicinal - é também segundo os críticos uma forma do presidente americano tentar recuperar um pouco do prestígio da população estadunidense, uma vez que neste momento de crise financeira em que vive os EUA, a popularidade do presidente vem despencando.

Contudo, lá nos Estados Unidos, os ativistas não estão afim de largar o osso, e nem de se privar do direito de liberdade de se medicar com a Maconha. Fumar maconha é um ato de pura escolha do usuário e de mais ninguém. É completamente inescrupuloso um estado querer de forma repressora e violenta tentar impedir alguém de fumar maconha. Seguindo este raciocínio, foi que mais de 10.000 pessoas se uniram em uma campanha popular lançada no Change.orge, lançada uma veterana que servia à Marinha dos EUA, no qual todos eles pediam o fim do veto para o tratamento de veteranos de guerra através da Maconha Medicinal.

O sargento Ryan Begin, um membro aposentado do Corpo de Fuzileiros Navais dos Estados Unidos, está liderando a campanha no site Change.org para que o Departamento de Saúde e Serviços Humanos não negue novamente o protocolo de estudo apresentado por pesquisadores para que seja atendida a solicitação de compra de maconha para estudos, com o foco no uso potencial da planta em tratamento pós-traumático.

"Eu servi dois turnos no Iraque e foi atingida por um dispositivo explosivo improvisado, perdendo meu cotovelo direito sendo que tive que passar por mais de 30 cirurgias . Eu sei que existem muitos outros veteranos como eu, que preferem o uso da maconha do que a infinidade das perigosas e viciantes drogas farmacêuticas que estão sendo empurradas em nós. Eu só acho que é insensato e cruel que o nosso governo esteja bloqueando a pesquisa. É claramente um jogo político, mas é a nossa vida que com qual estão jogando. "

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