segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Conheça um pouco mais sobre os Rastafáris


Respeito ao próximo é uma das principais coisas para que se conviva sem conflitos em sociedade. É bem verdade que muito dos desentendimentos que acontecem hoje em suma, acontecem por algum preconceito ou algum tipo de intolerância.

O respeito sempre foi uma palavra disseminada pelos rastafáris, que em sua crença proclama Hailê Selassiê I, imperador da Etiópia, como a representação terrena de Jah (Deus). Este termo advém de uma forma contraída de Jeová, encontrada no salmo 68:4, na versão da Bíblia do Rei James, e faz parte da Trindade sagrada. O termo rastafári tem sua origem em Ras ("príncipe" ou "cabeça") Tafari ("da paz") Makonnen, o nome de Hailê Selassiê antes de sua coroação[1].

O movimento surgiu na Jamaica entre a classe trabalhadora e camponeses afro-descendentes em meados dos anos 20, iniciado por uma interpretação da profecia bíblica em parte baseada pelo status de Selassiê como o único monarca africano de um país totalmente independente e seus títulos de Rei dos Reis, Senhor dos Senhores e Leão Conquistador da Tribo de Judah, que foram dados pela Igreja Ortodoxa Etíope.

Nesta levada, o Planeta maconha mostra a vocês um pequeno documentário realizado feito pelo músico independente e defensor da erva, Márcio Dabluieme, no qual entrevista o também músico e angolano Pupa Kânda, nascido na região de Malange, conhecida no país africano como a capital da Diamba (Maconha).

Pupa revela que já é adepto à filosofia Rastáfari há cerca de duas décadas, com uma profunda inclinação na busca espiritual. O documentário serve muito para aqueles, que mesmo eventualmente não concordando com os argumentos apresentados, possam pelo menos fazer uma reflexão sobre os direitos individuais, liberdade de escolha e religiosa, entre outros aspectos que deveriam ser pelo menos respeitados pela legislação e pelos conservadores.

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