O governo federal dos EUA vive um constante ataque aos
dispensários de maconha medicinal, numa estratégia ridícula do governo Barack
Obama para ganhar um pouco da sua popularidade perdida. No entanto, o
presidente parece não ver que com esta atitude, pessoas que precisam da maconha
de uma forma terapêutica, acabam saindo prejudicadas.
Apesar da proibição, isso nunca foi um fato que impedisse
alguém de conseguir maconha. Para Dani, de 21 anos, que sofre com problemas de
depressão, ansiedade e dores no estômago, a maconha ajuda acalmar, a se
concentrar em aspectos importantes da vida dela, enfim, para ela os benefícios da
maconha são incalculáveis.
Dani reconhece que no estado do Kansas, poderia ser pega e
ter problemas por se utilizar de maconha, contudo ela garante que tem
encontrado uma maneira bem mais segura de conseguir o seu remédio, o qual ela
não revela especificamente.
Questionada ainda sobre o fato da maconha ser proibida no
Kansas, Dani afirma que o bem estar dela é o mais importante. Segundo ela,
enquanto a maconha estiver fazendo bem para aliviar os seus sintomas, de
maneira alguma ela vai deixar de fumar os seus baseadinhos.
Apesar da atual situação estadunidense não ser favorável à
maconha, os ativistas do Kansas esperam que a proposta HB2330 - que permitiria
grupos sem fins lucrativos licenciados para cultivar e distribuir até 6 gramas
de maconha por mês para pessoas com prescrição de um médico, além de cartões
emitidos pelo Departamento de Saúde de Kansas – seja aprovada e acabe de vez
com esta agonia dos pacientes de maconha medicinal.



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