terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Proibição da maconha: a válvula que sustenta "comércio" mais rentável do mundo



Você imagina qual o valor real do preço da maconha desde seu cultivo e o preço que ela chega ás mãos de usuários? Talvez seja difícil responder pelo fato de não existirem dados oficiais sobre este fato. Contudo, estima-se que neste mercado paralelo altamente rentável, o preço da erva pode inflacionar em até 283 vezes.

O mercado ilegal não recolhe imposto, mas cobra outros tipos de taxas, como as apreensões feitas pela polícia e o pagamento de propina para a liberação da venda da droga. A ONU estima que o custo da repressão signifique 17% do valor cobrado pelo produto.

O mercado se torna cada vez mais atrativo pois o vendedor cobra o que ele quiser. Não existe comércio legal tão lucrativo. Se vender maconha fosse legal, seria muito menos rentável, do que se ganha no mercado paralelo. Por isso o fator econômico é tão debatido nesta questão. A proibição e a repressão é uma dos principais pontos que servem de base para o financiamento da corrupção.

Dependendo do local onde a maconha é comercializada, o valor do grama da maconha comprada em favelas custa 61% a menos do que os preços encontrados em bairros de classe média, variando absurdamente a qualidade do produto. No nível internacional, segundo fontes da ONU, o preço do quilo no atacado varia de 4.580 dólares na Europa Central a 37 dólares na África Ocidental.

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