terça-feira, 10 de janeiro de 2012

A propaganda anti-maconha começa a não surtir mais efeitos nos jovens


Com um conceito defasado, há muito tempo os Estados Unidos impõe ao mundo o chamado de guerra ás drogas. Demonizando as substâncias entorpecentes, o Tio Sam conseguiu criar mais uma guerra, que abastece os seus cofres, uma vez que aquele país é o maior produtor de armas no mundo. Não é atoa que os Estados Unidos estão envolvidos em quase tudo quando o assunto são as guerras. Contudo, este plano americano a cada dia passa por duros golpes. A tendência mundial é a descriminalização das drogas, principalmente a maconha.

A atual política de repressão é escancaradamente a mais falha. O próprio Estados Unidos vem sofrendo com essa ideologia desumana. O principal exemplo disso são as taxas de fumantes de maconha que aumentam exorbitantemente entre jovens. Para se ter uma ideia, o álcool e o tabaco ao contrário da maconha, vem caindo na popularidade estes grupos. Uma das questões principais à adesão de jovens à maconha é que este discurso falho sobre a maconha – que em muitos dos casos é repetido até hoje, como  uso de maconha causa perda de memória, esquizofrenia, alucinações, entre outros- já não assustam mais os jovens. As atuais campanhas de prevenção de drogas são um verdadeiro fracasso, e este revés vem muito em conta das próprias campanhas que não dizem a realidade sobre a droga. Se algum pai pensa que pode afastar seu filho das drogas, apenas demonizando-a, está muito engando. Ao contrário disso, ele está dando um “tiro no pé”. O exemplo mais comum disso, como falamos, é o da maconha.

Uma pesquisa que relatava o uso de maconha por jovens americanos há 20 anos, indicava que entre alunos, a maconha era fumada pelo menos uma vez por mês em  8,7 % dos entrevistados. Em uma pesquisa recente, feita no final do ano passado, os pesquisadores descobriram que este número dobrou. Atualmente, 17,6 % dos entrevistados admitiram fumar maconha pelo menos uma vez por mês. A questão é que não se trata apenas de uma tendência. Este conceito vem sendo difundido há anos, muito em questão da proibição e das falhas campanhas de prevenção, que foram supracitadas no parágrafo anterior. 

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