segunda-feira, 5 de março de 2012

Maconha Medicinal continua gerando polêmica nos EUA


Nos Estados Unidos 16 estados já adotam a chamada Maconha Medicinal. Se não fosse o governo federal que inventasse de investir contra os dispensários, pacientes, médicos e donos de estabelecimentos  que fornecem a maconha medicinal estariam mais tranquilos. A verdade, o que o governo estadunidense está fazendo é um passo atrás, pois investindo contra os as farmácias de maconha,  automaticamente estará colocando vários pacientes que se utilizam da erva, novamente na rota da criminalidade.

Tornando este mercado ilegal, novamente são os traficantes que vão comandar e lucrar. A diferença, é que o dinheiro dos pagamentos de impostos não vão acontecer e nem serão investidos em bens para a sociedade.

Contudo, as cidades e estados que lutam pela maconha medicinal não pararam de se manifestar e correr atrás da sua liberdade em lidar com a maconha.

Para se ter um exemplo, O Tribunal de Justiça do Estado de Santa Ana com base no recurso apresentado, citando uma lei sobre a maconha médica do estado, decidiu por unanimidade quarta-feira que uma lei de zoneamento em Lake Forest  que equivalia a uma proibição ilegal dos dispensários de Maconha.

A decisão do tribunal de Santa Ana entrou em conflito com outra decisão do Tribunal de Recurso que permitia tais proibições, o que mostra por outro lado, o poder do governo federal, que não aceita de maneira nenhuma que a maconha possa ser considerada como uma substância que tem sim propriedades medicinais.

A decisão Forest Lake foi o primeiro no estado a concluir que a proibição de dispensários de maconha médicos eram ilegais, uma vez que estas foram aprovadas pelos eleitores e o próprio Estado tem autonomia para fazer suas leis.

Enquanto aguarda a decisão do tribunal estadual sobre a sua proibição, Lake Forest  sofreu ataques dos agentes federais, que invadiram e desligaram na cidade cerca de  38 dispensários de maconha medicinal.

"Todo mundo está  com medo por causa do que o governo federal está fazendo", disse David Michael, principal advogado em quatro processos federais que tenham sido apresentados para impedir tais interferências.

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