sexta-feira, 13 de julho de 2012

Dois túneis são encontrados na fronteira entre México e EUA



A agência americana de combate às drogas (DEA) informou nessa quinta-feira que dois sofisticados túneis usados para o contrabando de drogas foram encontrados na fronteira entre o México e os Estados Unidos, ambos com pelo menos 135 m de cumprimento e com sistemas de iluminação e ventilação, segundo a AP.

Um dos túneis, descoberto na quarta-feira, tinha início embaixo da pia de um banheiro de um armazém em Tijuana, no lado mexicano, mas estava incompleto e não chegou a cruzar a fronteira em direção a San Diego, na Califórnia.

O segundo, no entanto, foi achado no sábado em uma loja vazia de um shopping na cidade de San Luis, em Arizona. Segundo o DEA, o túnel tem um nível de sofisticação tipicamente não associado com outros túneis usados para o contrabando de drogas.

Ao passo que as autoridades americanas têm reforçado a segurança em terra, túneis têm sido usados com mais frequência pelos traficantes para transportar heroína, maconha e outros tipos de entorpecentes para os Estados Unidos.

Mais de 70 passagens foram encontradas na fronteira desde outubro de 2008, ultrapassando o número de descobertas nos seis anos anteriores. Um total de 156 túneis foram encontrados ao longo da fronteira entre os países desde 1990, a maioria deles incompletos.

Criador do Capitão presença lança coletânea nesta sexta

O cartum é a arte de um tiro (certeiro) só. Num quadrinho, conciso e objetivo, o cartunista tem sempre de resumir sua visão a respeito de fatos, personagens e costumes. Recomenda-se que faça rir.

O carioca Arnaldo Branco, 40, é um desses bons atiradores. Que o diga "O Mau Humor de Arnaldo Branco", coletânea que ele lançará nesta sexta-feira (13) em São Paulo, e que reúne dez anos de trabalhos espalhados por sites, blogs, jornais e revistas. Não só cartuns (a maioria), como também tirinhas e aforismos.

Sobre o desafio da concisão, Branco diz que boa parte de suas sacadas é questão de sorte. "Mas geralmente me pego em posição fetal, espremendo o cérebro até a enxaqueca por uma ideiazinha que seja", conta bem humorado o criador do personagem Capitão Presença, um super-herói cujo maior feito é ter sempre, sob qualquer circunstância, maconha à mão para quem necessitar.

"Apesar do que dizem ser a 'era de ouro' dos quadrinhos no Brasil, quadrinistas de humor ainda são a sub-raça da sub-raça", opina. Por sorte, há a internet, que democratizou a divulgação de novos trabalhos.

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