quarta-feira, 11 de julho de 2012

Michael Phelps fala sobre a sua experiência com maconha


Sem camisa e mostrando a boa forma, o nadador Michael Phelps foi o entrevistado da revista Details, no qual o atleta falou do episódio da foto que circulou o mundo, no qual o jogador aparece com um cigarro de maconha. Na ocasião, a imprensa mundial repercutiu o fato e o jogador ficou em maus lençóis devido a intolerância da sociedade diante da Cannabis Sativa.

Foi uma experiência de aprendizado. Eu sou o tipo de pessoa que tem que passar pelas experiências para aprender. Eu já cometi vários erros, mas nunca cometi o mesmo erro duas vezes", afirmou.
O nadador também revelou que decidiu participar das Olimpíadas de 2012 porque ainda não atingiu "todo seu potencial". "Eu percebi que provavelmente ainda não atingi todo o meu potencial. Ainda há mais a fazer dentro da piscina", garantiu.

Contudo, a batalha parece que vai ser grande para Phelps, já o americano não está satisfeito com o seu próprio tempo. Depois de desistir de participar dos 200m livre, o multicampeão olímpico brigará agora por sete medalhas de ouro em Londres: 200 e 400m medley; 100 e 200m borboleta e também nos três revezamentos. Para a comentarista do SporTV, Mariana Brochado, Phelps foi duro consigo nas cobranças e não tem motivos para se preocupar por chegar como favorito, principalmente, nas individuais.

Rival de Phelps, o compatriota Ryan Lochte é um dos seus principais adversários e pode impedir mais uma série de ouros. Os dois se enfrentaram em quatro finais na seletiva olímpica dos EUA. E Phelps venceu três.

“O Michael Phelps está acostumado a vencer, bater recordes. Nos 200m livre, teria menos chance de levar o ouro, talvez, por isso, tenha desistido. Nas provas individuais ele chega como favorito. Nos 200 e 400m medley, o Ryan Lochte pode complicar as coisas e tirar o ouro dele. Nos 200m borboleta, é o favorito sem dúvidas. Nos 100m borboleta, como não é especialista em provas de velocidade, pode não ser o único favorito, mas chega forte. Entre os revezamentos, o mais difícil é o 4 x 100 livre, já que França e Austrália chegam fortes,” disse

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