sábado, 4 de agosto de 2012

Detalhes da vida de Amy Winehouse são revelados em biografia lançada nesta sexta-feira


As notícias que alimentavam os tabloides britânicos nos últimos anos podiam não indicar, mas Amy Winehouse nem sempre foi uma louca drogada, que andava batendo nos fãs e se envolvendo com pessoas erradas. Generosa, querida pelos amigos e familiares, carinhosa, engraçada e boa em matemática...

É assim que Mitch Winehouse, 61 anos, quer que as pessoas lembrem de sua filha, morta em 23 de julho do ano passado, aos 27 anos, em consequência do vício em álcool.

Motorista de táxi e cantor de jazz, ele escreveu Amy - Minha Filha (Record, R$ 29,90, 348 págs), livro que chega hoje às livrarias brasileiras. Mais do que uma biografia, a obra é uma confissão desse personagem essencial na vida de Amy.

“Nem mesmo a voz magnífica e as canções fabulosas de minha filha me deixavam tão feliz quanto as vezes em que ela dizia: ‘Me dá colo, papai’”.

Por mais irônico que pareça,  a artista era contra drogas pesadas no início da carreira. “Amy começava suas apresentações batendo palmas e repetindo um slogan: ‘Droga pesada não está com nada...’. Embora fumasse maconha, sempre tinha sido totalmente contrária ao uso de drogas pesadas.
Simplesmente não as aceitava. Blake Fielder-Civil mudou isso”, conta Mitch, que atribui ao genro - Blake e Amy se casaram escondido em 2007 -  o envolvimento dela com heroína, cocaína e crack.
Frank, o álbum de estreia de Amy, era o preferido de Mitch - apesar dela não gostar, por achar que tinha sido modificado demais pela gravadora. O CD era inspirado em seu primeiro namoro sério, com 

Chris Taylor, aos 17 anos. “Era óbvio quem mandava no relacionamento: Amy. Ela gostava de homens fortes, e Chris, apesar de ser um bom sujeito, não se encaixava nessa categoria”. O namoro durou nove meses. Quando terminou, Amy ficou arrasada e motivada a criar.

A dor era a obra-prima mais importante para Amy no ofício de compor. Todas as músicas de Back to Black foram feitas com base na tristeza, durante a primeira separação de Blake. Só uma fugia à regra. O single surgiu depois de uma conversa entre a artista e Mark Ronson, produtor do disco.

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