sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Maconha Medicinal não vai poder ser anunciada ao ar livre em Denver


Apesar dos pedidos dos pacientes, os proprietários dos dispensários de Maconha Medicinal aprovaram por unanimidade em Denver a não divulgação de propagandas ao ar livre de maconha medicinal. A medida, acabou sendo mais extensiva que a norma inicial, que proibia publicidade perto de escolas, parques e regiões de concentração de crianças.

A nova norma, de acordo com o que foi decidido, só vai permitir publicidade dos dispensários em placas internas ao estabelecimento ou em sua fachada ou estacionamento. Representantes de grupos da indústria, tais como a Aliança Empresarial Cannabis e da Associação dos Comércios de Cannabis de Colorado disseram que uma proibição total prejudicaria seus membros. Vários proprietários de pequenos negócios médicos cannabis falou em oposição à proibição total também.

Contudo, partidários do projeto de lei, que incluiu os representantes do Grupo de Maconha Medicinal Indústria e da United Food & Commercial Workers Union ,que liderou o esforço para obter a medida através da Câmara Municipal, diz que a proibição em toda a cidade contra a publicidade ao ar livre pode ser benéfico para a indústria.

Os defensores da nova medida dizem que os anúncios  podem atingir como alvo a população em geral e dar a impressão de que a maconha médica é para todos, não apenas os pacientes cadastrados e que sofrem de doenças crônicas.

Agricultores libaneses defendem plantações de marijuana com lança-granadas


Pelo menos dois policiais e dois soldados do exército libanês ficaram feridos em um ataque por parte de agricultores no vale de Beqaa (30 km a leste de Beirute), escreveu o Daily Star.

Os agricultores responderam assim a uma operação das forças de segurança para destruir os campos de marijuana.

Os agricultores, para proteger os frutos do seu trabalho, abriram fogo de metralhadoras, lança-granadas e morteiros contra a unidade do exército, ferindo um tenente e um major do exército libanês.

Os soldados foram forçados de pôr de lado as gadanhas e pás, pegar seus fuzis e abrir fogo de resposta. Ainda não foram divulgadas informações sobre vítimas mortais ou feridos entre agricultores, mas a busca dos atacantes continua.

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