terça-feira, 7 de agosto de 2012

Vaporizadores causam polêmica no Rio


A polêmica está no ar e mais uma vez o assunto principal é a maconha. Tudo, por  causa de um vaporizador portátil – normalmente utilizado por usuários medicinais – que está sendo a nova estratégia usada por quem consome maconha em lugares públicos, principalmente na cidade do Rio.

Vendido pela internet, o aparelho importado da Europa ou EUA se assemelha a um radinho de pilha e custa R$ 400, em média. Criado para a prática de aromaterapia, ele transforma em vapor qualquer tipo de erva, como camomila e eucalipto, ou fumo. Por trabalhar em uma temperatura em torno de 190 graus Celsius, este aparelho evita que aconteça a combustão, funcionando como um perfeito aparelho de redução de danos.


Por não emitir fumaça nem emanar o cheiro inconfundível da maconha, o acessório caiu nas graças de quem é usuário. Pelo mesmo motivo, pode dar passe livre para o fumante de cigarro dentro de ambientes fechados. Contudo, vale a pena ressaltar, que a eminência do cheiro não é totalmente disfarçada, mas sim bem amenizada, a ponto realmente de não incomodar terceiros que estejam próximos.

Quem usa a droga, aprovou a invenção. “Abandonei o hábito de enrolar um cigarrinho de maconha, para apenas vaporizar. É uma experiência incrível”, garantiu um internauta, que se identificou como Boldinho.

Agentes da Delegacia de Combate as Drogas, porém, advertem: se alguém for flagrado com o aparelho contendo maconha é levado à delegacia e registrado como usuário. Em caso de reincidência, pode ser levado a um tribunal para ouvir advertência do juiz, como já era de se esperar, devido à legislação retrógrada do Brasil.

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