sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Cuidado! Pesquisas tendenciosas costumam ofuscar o verdadeiro debate da proibição da maconha

Pesquisas proibição da maconha
Normalmente quando sai alguma pesquisa em que o resultado são os contras de se usar maconha, as pessoas tem a tendência a sensacionalizar a reportagem, para usar como prova para a proibição da maconha. A verdade é que uma coisa não tem nada a ver com a outra e de fato, já está provada que a repressão bélica das drogas é muito mais prejudicial para a sociedade, do que o uso da substância entorpecente em si.

Segundo um estudo australiano indicou as pessoas que tentam parar de fumar maconha sentem os mesmos sintomas de abstinência quando alguém para de fumar tabaco. Entre os sintomas estão a irritabilidade, dificuldades para dormir, alterações no humor e a perda do apetite. Vale a pena lembrar, que esses são sintomas psicológicos, que provavelmente após as tais duas semanas vão desaparecendo continuamente.

Tanto a questão da abstinência da maconha é psicológica, que vemos que o tempo em que o usuário não consome a substância, ele não tem crises de abstinência que podem levar ao óbito, muito menos uma crise que o leva a cometer furtos para sustentar o vício. Isso nada mais é do que uma falsa propaganda feita por pessoas imorais, que em suma nunca fumaram maconha.

De acordo com a revista Plos One, os investigadores explicam que a retirada da maconha altera o funcionamento do corpo que está ligado às atividades diárias normais, levando o usuário a uma possível recaída, o que não quer dizer que isso é uma regra, já que ai temos que analisar também a própria vontade de parar de fumar e até mesmo o prazer que a pessoa tem ao fumar.É inegável que a maconha melhora a qualidade de vida de um grande grupo de pessoas.

Vale a pena lembrar, que desde o início da humanidade, vivemos em uma intensa busca pelo prazer e essa é uma das principais razões para que toda a sociedade que já existiu tenha tido uma relação de proximidade com as chamadas substâncias entorpecentes.

Creio, que por mais que batam na tecla dos males da maconha, vejo como irrisório os problemas de humor, irritabilidade, insônia e até o apetite, em relação às tragédias, violência, guerras e derramamento de sangue e de dinheiro público, para se combater armadamente uma questão que vem desde o início de nossa sobrevivência no planeta Terra. 

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