segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Descriminalizar a maconha é o melhor caminho


No mundo contemporâneo, onde raramente antes, ouviu se falar tanto em liberdade de escolha, direitos humanos, preconceito e tantos outros dogmas da sociedade, as drogas são incessantemente motivo de discussão entre as pessoas, pois há quem defenda e há também que repreenda o seu consumo, principalmente quando estamos falando da maconha.

Essa flor natural da Cannabis Sativa é a protagonista quando se fala sobre legalização das drogas. A maconha é o ilícito mais consumido no mundo e esse é um dos complicadores, que aumentam o tamanho confronto de pensamentos sobre este tema que cada vez mais se polemiza.

A maconha tem considerada a sua venda, a compra, o cultivo e o consumo ilegais por leis previstas na Constituição Federal. De lá para cá, a questão da legalização do seu consumo ganhou novos adeptos, pessoas que lutam pelo direito de consumir licitamente a maconha e muito por causa desta mudança comportamental o Brasil pode descriminalizar o uso desta planta no Novo Código Penal, que está pra ser votada no senado.

Outro fator usado diretamente nesta campanha pela descriminalização é o fato da repressão armada estar causando um verdadeiro derramamento de sangue, além de um desvio de recursos financeiros públicos que deveriam ser melhor empregados, visto que esta perspectiva proibicionista não consegue diminuir os usuários de maconha, muito menos a oferta em qualquer esquina desta substância atualmente considerada ilícita.

O que se observa claramente é um grande fortalecimento do narcotráfico, que se utiliza desta proibição para elevar o valor das substâncias ilícitas e faturar grandes cifras por conta de um sistema falho e repressor.

Depois de quatro décadas de proibição, nunca se teve um esforço tão grande para a mudança das leis de entorpecentes. Com o aumento da informação e da rapidez que ela chega ao consumidor de notícias, vários mitos e tabus sobre a maconha caíram, portanto a tendência mundial vem mostrando que a melhor forma de se encarar as drogas são com informação e a descriminalização do usuário, aplicando paralelamente a isso o conceito de redução de danos.

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