terça-feira, 4 de dezembro de 2012

A maconha como forma de tratamento infantil ganha destaque entre pediatras americanos


A Cannabis Sativa é uma planta que reconhecidamente tem várias propriedades terapêuticas. Mesmo cercada de muita polêmica, a maconha vem mudando o pensamento de vários conservadores, até mesmo aqueles envolvido na área médica, como por exemplo, o do Dr. William Courtney, pediatra, que mudou a sua opinião sobre os benefícios da maconha medicinal, depois de presenciar os efeitos da erva no tratamento de um bebê de apenas 8 meses de vida, como noticiado no jornal americano Huffington Post.

Segundo o médico, o bebê tinha um grande tumor cerebral, que estava situado na parte central da cabeça,contudo, os pais do recém nascido não pretendiam fazer o tratamento convencional e optou pelo uso do óleo de maconha, rico em canabinoides que agem contra o câncer.

"Eles estavam colocando óleo de maconha na chupeta do bebê duas vezes por dia, aumentando a dose periodicamente, e no passar de 2 meses, houve uma redução drástica no tumor, que surpreendeu os médicos, tanto que os mesmos excluíram a possibilidade de voltar ao tratamento convencional para redução do tumor”,a firmou Courtney.

Após oito meses de uso, Dr Courtney ficou entusiasmado com o progresso no tratamento tumoral do bebê de apenas 8 meses. Os resultados foram tão significativos, que  agora o médico antes muito conservador em relação a utilização da terapia da maconha medicinal , defende o uso da mesma como uma ferramenta que deveria ser utilizada mais constantemente na pediatria.

O caso do bebê chamou a tenção de várias outras localidades, que estão chamando o recém nascido de “bebê milagre”. Dr Courtney por sua vez também argumentou sobre o apelido e disse que pode até concordar, mas pediu também que o tratamento seja estendido para ajudar mais crianças que precisam deste tratamento, que é extremamente doloroso quando feito da maneira convencional e com a utilização de drogas que combatem as células cancerígenas.

Nos Estados Unidos, principal percussor do conceito de guerra às drogas possui no se território 19 Estados que mantém programas medicinais de maconha, mesmo contrariando as regras do governo federal, que ainda acredita que a Cannabis Sativa é uma planta perigosa e não possui nenhuma propriedade medicinal, classificando-as e colocado-as portanto no mesmo patamar de drogas realmente perigosas e que causam grande dependência, como a heroína.

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