sábado, 1 de dezembro de 2012

As verdades e mentiras sobre a maconha!


Quando se fala em maconha, principalmente com os conservadores,  de primeira aqueles velhos mitos sobre esta substâncias são reafirmados sem conhecimento algum. Ao longo destas quatro décadas de proibição, vemos que vários mitos foram construídos e repassados sobre a maconha, mas de fato, nenhuma destas perspectivas equivocadas e mentirosas dos proibicionistas foram confirmadas ou avalizados pela ciência.

É comum por exemplo, dizerem que “maconha mata neurônios”. Contudo, esta frase que é quase um clichê para os proibicionistas não passa de um mito deslavado e infundado, que serve apenas como forma de coerção e controle social, como mostrou as várias pesquisas patrocinadas por ai, para que se conseguisse provar que o THC de fato destruía o tecido cerebral, porém no final os testes em ratos de laboratórios, não foi constatada nenhuma alteração neste sentido.

Outro assunto mal explicado está ligado à não menos falada perda de memória pelo usuário de maconha. O que se sabe de fato, é que muitas experiências foram feitas em busca de danos nas capacidades cognitivas do usuário de maconha, já que quando estão sob o efeito da maconha,  ficam com a memória de curto prazo prejudicada. São bem comuns os relatos de pessoas que têm ideias que parecem geniais durante o “barato”, mas não conseguem lembrar-se de nada no momento seguinte. Isso acontece porque a memória de curto prazo funciona mal sob o efeito de maconha e, sem ela, as memórias de longo prazo não são fixadas (é por causa desse “desligamento” da memória que o usuário perde a noção do tempo). Mas esse dano não é permanente, visto que a interrupção do uso da maconha faz com que tudo volte ao normal. Não existe dando permanente como se fala por aí, não passa de mitos!

Existem relatos científicos com usuários de maconha “pesados” e antigos, aqueles que fumam vários baseados por dia há mais de 15 anos, que mostraram que eles se saem um pouco pior em alguns testes, principalmente nos de memória e de atenção. As diferenças, no entanto, são sutis. Na comparação com o álcool, a maconha leva grande vantagem: beber muito provoca danos cerebrais irreparáveis e destrói a memória.

Quanto a infertilidade, pesquisas mostraram que o usuário frequente tem o número de espermatozóides reduzido. Ninguém conseguiu provar que isso possa causar infertilidade, muito menos impotência. Também está claro que os espermatozoides voltam ao normal quando se pára de fumar, como mostrado no clássico filme de comédia cannabista, Super High Me.

Nenhum comentário:

Postar um comentário