segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

E se for o fim?


Parei para relaxar, degustar aquele bom fumo de Cannabis e como sempre refletir sobre as coisas da vida. 

Nessa reflexão parei para pensar no tal do fim do mundo, que segundo o calendário e alguns textos maias diz que será nesse ano, no dia 21 desse mês de dezembro. Ou seja, hoje faltariam 18 dias. Junto disso pensei em como o ser humano leva a vida, ou deixa de levar, aceita as coisas ou deixa de aceitar.

Pensei que nessa hora não importa a crença de cada um, independente de quem acredita e quem não acredita, o tal do fim do mundo pode ou não acontecer, e isso na minha opinião já é um risco. Nesse caso acredito que falta um pouco de sensibilidade da humanidade hoje em dia, falta sem dúvida cautela. Cautela em relação à vida, não só carnal ou espiritual, mas também social. Afinal o nosso planeta é mais frágil do que imaginamos.

Percebo o destrato que as pessoas têm umas com as outras e com a liberdade de cada um, pouco respeito pelo espaço do próximo e pela vida do próximo. O que me assusta é que, imagina só se o mundo realmente acaba, e o tanto de coisas que as pessoas teriam deixado de aproveitar, e se beneficiar, por idéias que a nada levariam. A proibição da maconha é uma dessas coisas, afinal a proibição dela já está em vigor há 70 anos, ou seja, algumas gerações de pessoas que poderiam se beneficiar dela, podem ter perdido a chance e ter vivido seus últimos meses ou anos lutando contra alguma enfermidade com drogas farmacêuticas, químicas, que nunca resultaram  positivamente, e ainda causavam efeitos colaterais terríveis. E de repente, acaba o mundo, e ela não viveu o que poderia nesses tempos.

Pelo menos acredito, que se nesse fim houver tempo para reflexão, muitas pessoas vão se arrepender, de terem sido tão duras, com a liberdade de cada pessoa, que tem o direito de fazerem o que quiser, e vão perceber o quanto esses valores e crenças morais eram pequenos, e perderam tempo e qualidade de vida, com atitudes como preconceito.

De fato não podemos prever o que vai ou não acontecer, somente esperar, e saber se acaba ou não. Vale a pena lembrar que os maias acertaram muitas coisas em seus documentos, chamados códigos, que muitos foram queimados pelos espanhóis, mas nos que sobraram, tem esse do fim do mundo, e tem o do eclipse solar que aconteceu no México em 1991, neste caso, eles escreveram o acontecimento, o local, e a data exata de quando iria acontecer, e acertaram em todos os quesitos. Então vale dar um crédito ao possível fim. 

Vamos abrir a mente galera! 

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