quarta-feira, 20 de março de 2013

Washington estuda a melhor forma para dar sequência à nova lei que legalizou a maconha


Washington juntamente com o Colorado foi um dos estados que revolucionaram com a legalização da maconha, já que a partir de agora, se pode consumir e comprar maconha também para fins recreacionais, sem correr risco de ser preso como um criminoso. Para dar sequência a esta inovação, o estado de Washington contratou uma empresa para gerenciar e ajudar nos complexos desafios que os estado vai passar com a nova legislação.

A BotecAnalysis Corp, é uma empresa especializada em crime e em políticas de drogas, e foi contratada, após uma licitação que participaram mais de 115 empresas. Em Novembro do ano passado, tanto o estado de Washington, como o Colorado, legalizaram a maconha para adultos, tirando uma boa parcela da população do ciclo da criminalidade. Dezenove estados mais o Distrito de Columbia não tem a maconha legalizada, porém existe um programa de maconha medicinal que é aceito por estes estados.

A nova lei em Washington vai permitir que a maconha seja vendida em e tributada em comércios licenciados, mas que ainda passam por um processo de estudo para adequar a melhor forma de fazer funcionar todo este sistema pós legalização. Um dos modelos que os especialistas estudam é adotar um modo parecido com o que se comercializa atualmente o álcool. Em Washington existe algumas restrições onde se pode ou não consumir bebidas alcoólicas, sendo que o infrator está sujeito às penalidades da lei, tais como detenção e pagamento de multa por infringir a legislação.

Apesar de um desconforto inicial entre o estado de Washington e o governo federal, tendo em vista que a maconha é proibida em nível federal, o departamento de justiça disse que não vai bloquear as leis de Washington nem Colorado. No ano passado, o presidente Barack Obama, a principio disse que não iria interferir neste tipo de legislação, contudo, o que se viu, foi um verdadeiro ataque aos dispensários de maconha, que no final, se justificou como um ato político para ganhar prestígio nas alas mais conservadoras da população, uma vez que naquela época, o atual presidente dos EUA estava bastante desprestigiado. 

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