sexta-feira, 7 de junho de 2013

Smoking Review - Skunk#1


fumar maconhaOlá meus amigos, fim de semana se aproximando, e eu apenas lamento que não terei provavelmente um belo bud da planta de maconha Skunk#1 para fumar. Digo isso porque, ontem fui presenteado por um amigo com este belo fumo para que eu degustasse e escrevesse essa revisão.

Pois bem, como todos provavelmente sabem, a Skunk#1 é uma cepa de maconha clássica, da chamada Old School de Amsterdã. Ela hoje em dia é usada como mãe na criação de diversos híbridos. Isso se deve à sua alta qualidade de aromas e sabores.

Primeiramente o que me chamou a atenção foi o cheiro do bud já em minha mão. Assim que eu quebrei um pedacinho para sentir melhor a riqueza de aromas, fui atingido por uma potente onda de cheiro, que lembrava algo adstringente, como combustível, que é o cheiro que mais se aproxima que possa ficar fácil para explicar. É como se você encharcasse uma porção de ervas aromáticas, como manjerona com algum combustível como querosene ou diesel, e depois disso deixasse que a erva desidratasse. Este é o jeito que achei para explicar o que senti daquela flor.

Pois bem, na hora de enrolar o cigarro, percebi que tinha um alto teor de resina, pois o fumo que estava muito bem triturado rapidamente se aglomerava durante o processo, mas com um pouco de calma e capricho foi possível ter em mãos um belo baseado de Skunk#1 puro. Cheirando o cigarro, ainda apagado, só sentia o cheiro forte da planta, e quando dei umas tragadas ainda crú, senti um sabor muito bom, como um mix de ervas culinárias secas.

Depois de aceso seu sabor ficou mais doce, e frutado, algo realmente especial, e que lembra muito os sabores das cepas de maconha da velha guarda holandesa. O efeito chega bem rápido, o que me deixou feliz, porém como faço de costume, dar apenas duas tragadas e deixar apagar e medir o efeito com pouca quantidade, não foi feito dessa vez, o gosto era tão bom que eu resolvi fumar logo tudo e fazer esse teste depois. Mas o efeito foi 100% cerebral, meu corpo ficou relaxado, mas não nocauteado, mas pela minha cabeça passavam milhões de pensamentos  à vulso. E realmente me convenci de que todos os grandes clássico, nunca morrem, isso em tudo, na música, nos filmes, e na maconha também, porque não?

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