quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Escolhendo as devidas sementes


A primeira coisa e mais importante para quem vai começar a cultivar maconha, é sem dúvida, as sementes de maconha. O grower iniciante, tem que pensar em todas as circunstâncias que irão cercar seu cultivo de maconha, como espaço, tamanho que ele deseja das plantas, quantidade de plantas, facilidade no cultivo, qualidade de plantas e tudo mais, isso devido ao mercado diversificado que temos hoje. As empresas especializadas estão vendendo sementes de diversos tipos e variedades. Temos as regulares, as feminizadas e as automáticas.

Quem deseja produzir sementes de maconha, para fins alimentícios, por exemplo, deve escolher entre as sementes regulares, pois assim ele terá as plantas dos dois sexos, o que é necessário para a produção de sementes. As sementes regulares, por terem passados por menos cruzas que alterem suas características, têm também uma carga genética mais pura daquela variedade que você está comprando, além de que são as sementes de maconha mais baratas, sendo o tipo preferido de cultivadores de grande produção.

Se o cultivador deseja apenas produzir fumo, ele pode escolher por qualquer uma das três diferenciais, mas tomando o cuidado com as regulares que nascerão do sexo masculino, retirando essas antes que ele fecunde as fêmeas e assim todo o fumo se transforme em sementes. Se ele quer uma colheita de qualidade total e sem preocupações com machos, ele deve optar pelas sementes feminizadas, assim ele terá a certeza que está plantando o melhor das genéticas das empresas responsáveis, e terão uma colheita farta no tempo regular.

Se o cultivador deseja produzir seu fumo, mas não tem muito espaço, ou não tem a melhor qualidade de luminosidade para oferecer às plantas, ou se além disso ele apenas quiser cultivar algo e colher rápido um bom fumo de qualidade, ele deverá optar pelas sementes automáticas, essas são feminizadas também, logo você não terá de se preocupar com polinização, mas o que ocorre com essas, é que as empresas cruzam suas genéticas com Cannabis ruderalis, fazendo assim com que as plantas tenham uma floração precoce e de duração mais curta. Essas sementes de maconha automáticas têm seus prós e contras. Começando pelo preço, que é equivalente ao das sementes feminizadas de florescimento normal, e o rendimento é incomparavelmente menor. O fator positivo é que o tempo desde que a sementinha germinar até o dia em que você estará colhendo e colocando para secar, será de apenas dois meses, isso mesmo 60 dias e nada mais! Isso é normalmente 1/3 do tempo de uma colheita normal. Apesar do preço ser relativamente alto, a colheita ser bem menor, você terá em tempo super rápido, uma colheita de qualidade incontestável, realmente muito boa, sem contar que a dificuldade de se cuidar de uma planta dessas é mínima, ideal para quem tem pouco tempo de cuidar do seu cultivo.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Você sabe extrair haxixe ?


Então você cultivou um belo pé de maconha, colheu, e está pensando no que fazer com as sobras? Sobras como folhas, caules e flores não desenvolvidas corretamente? Pois é, você pode fazer haxixe disso tudo. De fato existem diversas técnicas para a extração do haxixe, e cada técnica leva o haxixe a ter um nome específico, como haxixe marroquino por exemplo, você pode faze-lo sem estar necessariamente no Marrocos, basta seguir aquela técnica, e se tiver uma variedade específica para fazer o haxixe, cultive-a, então você terá o haxixe marroquino. Com certeza as diferentes técnicas, produzem diferentes haxixes de diferentes qualidades. Mas a que vamos mostrar aqui agora, é muito bem vinda, pois ao invés de jogar os restos da planta no lixo, vamos fazer um bom haxixe.

Se você for usar flores na confecção do haxixe, então o primeiro passo é retirar as sementes, elas não são bem vindas nesse processo. O restante do material, as flores, os caules e folhas devem ser quebrados e cortados no menor tamanho possível com uma tesoura. A maconha deve ser seca completamente, para isso pré aqueça um forno à 120ºC  e então desligue-o, após isso coloque toda a maconha em uma assadeira e deixe lá por cerca de 15 minutos. Para ter certeza que o processo está correto, o material deve virar pó facilmente quando apertado.

O haxixe deve ser aquecido por vários minutos em um forno ou frigideira em baixas temperaturas, até que comece a soltar um pouco de fumaça. Depois disso para você ter um haxixe de qualidade um pouco melhor, já que nesse método não se obterá o haxixe de primeira linha, você deve coloca-lo sobre uma malha fina, como de meia-calça, e cobrir com um plástico, e bater levemente com uma vara para que o pó mais fino caia através da malha, esse será seu haxixe, se quiser prensa-lo pode, mas também pode ser fumado enquanto é pó, o importante é deixa-lo o mais unido possível, pois o haxixe vai perdendo sua potência enquanto é exposto ao ar, então se unir, a parte de dentro ficará melhor. Se quiser com as sobras fazer um óleo de maconha, então coloque tudo num pilão e deixe-o o mais fino possível antes de começar o procedimento.

Lembrando que segundo classificações mundiais, o haxixe possui três diferentes qualidades, o que chamamos de primeira linha é o melhor, que possui cor marrom claro ou dourado, pois apenas é usada a resina dos tricomas maduros, o produto mais fino possível. O de segunda linha ainda pode ser comercializado como medicinal, mas não é tão seleto, pois passam mais materiais, como pouco de clorofila entre outros, o que o deixa com uma cor verde claro. O de terceira linha que pode ser feito desse método que ensinei ou de outros, é feito a partir de todas as sobras da maconha, o que o deixa com a cor verde escuro, marrom escuro ou preto.

Ministra da Colômbia apoia a descriminalização das drogas sintéticas no país


As guerras às drogas já se mostraram fracassadas. Apesar de ser muito defendida por conservadores, este tipo de estratégia não consegue deter e controlar a demanda e a oferta, fazendo com que crie uma valorização extrema do valor da droga além de instaurar um grande derramamento de sangue, já que a cada dia a “Guerra às drogas” se torna mais violenta. Em contrapartida a esta perspectiva, a justiça colombiana, através da ministra Ruth Stella Correa, disse que o país estuda um projeto de lei para descriminalizar o uso pessoal das drogas sintéticas, como o ecstasy, por exemplo.

A proposta é substituir a lei atual, que proíbem também as substâncias como maconha e cocaína, no entanto, as pessoas não são processadas por portar pequenas quantidades de cocaína e maconha. A tentativa de mudança da legislação colombiana vem de encontro com uma tentativa mais eficiente de combate ao tráfico de drogas, além do controle da violência causado pelos carteis do narcotráfico, que tem sua base financeira na proibição das drogas, já que com a proibição, as substâncias entorpecentes ganham um alto valor e se torna extremamente lucrativa.

Apesar dos críticos e mais céticos terem apontado que com a inclusão das drogas sintéticas o debate só tende a piora, a Ministra Ruth Stella, afirmou que "O novo estatuto a ser apresentada ao Congresso pretende descaracterizar o novo estatuto, mas ampliá-lo para incluir drogas sintéticas, quando portadas pequenas quantidades para uso pessoal.

O partido Verde da Colômbia já se manifestou a favor do novo projeto que ainda se encontra em fase de discussão. O novo anuncio, levanta novamente o debate sobre a descriminalização das drogas no país, que até agora sempre adotou medidas repressivas para o problema. Contudo, aos poucos, a Colômbia vem apontando para uma nova perspectiva, que inclui a redução de danos.

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Cepas de maconha espanholas


Cultivadores de maconha espanhóis, tiram vantagem do clima do mediterrâneo espanhol. É por isso que a maior parte da maconha cultivada na Espanha, tem sido cultivada ao ar livre, até recentemente. Ultimamente, a Espanha tem tido um mercado de maconha mais diversificado, e a porcentagem de produtores espanhóis de maconha indoor, e especialista na criação de sementes de maconha está aumentando rapidamente.

Infelizmente, apesar do cultivo de maconha para uso pessoal ser legal na Espanha, a polícia espanhola ainda tem feito operações para derrubar grandes cultivos da erva, especialmente se eles estão no interior das casas (indoor).

Com o décimo evento anual de Cannabis da Espanha chegando em breve (Spannabis em fevereiro de 2013) nós ouvimos o produtor de maconha em gerrilha espanhol, e jornalista da Cannabis Javier Guevara. Ele escreve para a revista em espanhol Cañamo, e tem cultivado maconha pela Espanha e pelo resto da Europa desde 1999.

Ele cita algumas de sua variedades favoritas, e conta que além da criação de bancos de sementes espanhóis está em alta, muitos dos bancos holandeses, já famosos e autoridades nesse mercado, estão criando sedes na Espanha, e produzindo as variedades de lá, e vendendo em seus Seed Banks, o que valoriza muito as cepas espanholas. Isso vem acontecendo há mais ou menos doze anos, quando o governo holandês se tornou de direita conservadora. Uma das coisas que Guevara defende, e que nenhum de nós irá descordar, é que vale muito a pena experimentar os sabores de maconha do mediterrâneo.



A maconha sempre esteve ao lado da sociedade


Originária da região do norte do Afeganistão,a planta Cannabis Sativa, a maconha, é utilizada há aproximadamente 6.000 anos. O primeiro escritor a mencionar o uso do cânhamo em cordas e tecidos é Heródoto, um historiador grego que é considerado o pai da história.

A fibra do cânhamo, presente no caule da maconha, foi muito utilizada nas cordas e velas dos navios gregos e romanos, e era usada também para fabricar tecidos, papel, palitos e óleo.

A maconha também era muito utilizada na medicina: na Grécia era utilizada para tratar de prisões de ventre e dores de ouvido. Na China e na Índia, assim como em povos africanos e indígenas, era utilizada para curar prisão de ventre, malária, reumatismo, dores menstruais e como analgésico.

Na Índia, a maconha era usada na medicina ayurvédica e na religião hindu. Na mitologia, era a comida favorita do deus Shiva e por isso, tomar bhang, uma bebida que contém maconha, aproximaria Shiva. A tradição Mahayana do budismo diz que antes de alcançar a iluminação, Buda passou seis anos comendo uma semente de maconha por dia, nada mais.

Já conhecida nos tempos do Império Árabe, a maconha ganhou popularidade entre os muçulmanos quando foi proibido o consumo de bebidas alcoólicas e o seu uso só diminuiu na Idade Média.

O cultivo da maconha se expandiu da Índia para Mesopotâmia e depois para o Oriente Médio, onde já era conhecida. Daí se espalhou para a Ásia, depois para a Europa e desta para a África, onde passou a fazer parte de rituais de certas tribos.

As plantações da maconha na Europa eram destinadas à fabricação de produtos com a fibra do cânhamo e raramente era consumida como droga alucinógena.

Durante a Renascença, a maconha era um dos principais produtos agrícolas da Europa, tendo grande importância econômica: as fibras do cânhamo eram usadas para fazer tecidos, papel e telas para pinturas. 

No século XV, os livros impressos depois da revolução de Johannes Gutemberg, o inventor da imprensa, eram feitos de papel de cânhamo, assim como as velas e as cordas das caravelas.

O cristianismo, que só aceita entre as drogas o álcool, começou a desenvolver uma certa antipatia com as plantas alucinógenas durante a Inquisição, uma vez que algumas das bruxas que foram queimadas, eram, na verdade, curandeiras que usavam plantas para curar as pessoas.

Quando invadiu o Egito, Napoleão proibiu o plantio da maconha, pois era de lá que vinha o cânhamo que abastecia a Inglaterra. Porém, suas ordens foram ignoradas: não somente o cultivo da planta, mas também o hábito egípcio de fumar haxixe continuaram. O tal hábito chegou a virar moda entre os intelectuais da Europa.

A maconha foi trazida para a América do Sul pelos colonizadores e as primeiras plantações foram feitas no Chile, pelos espanhóis. No Brasil, chegou no século XVI, trazida pelos escravos africanos que a utilizavam em rituais de Candomblé.

Foi então incorporada a algumas tribos indígenas, em seus rituais. No final do século XIX, a maconha era considerada um medicamento e era utilizada por muitos laboratórios farmacêuticos americanos para produzir analgésicos, evitar convulsões e dilatar os brônquios. Esse interesse na medicina reduziu-se no século seguinte, devido à morfina e barbitúricos, que apresentavam melhores resultados.

No começo do século XX a maconha, ainda que uma droga licita, não era muito aceita pela classe mais alta da população: no Brasil era associada aos negros, na Europa aos árabes e indianos e nos Estados Unidos aos mexicanos, ou seja, era associada às camadas mais baixas e mais rejeitadas da população. Porém, economicamente, a maconha era muito importante: era utilizada na fabricação de remédios, papel, tecidos, cordas, redes de pesca, óleo, combustíveis, entre outros.

Nos Estados Unidos, entre 1920 e 1933, houve a Lei Seca, que proibia as bebidas alcoólicas e que acabou sendo uma ajuda para a popularização do uso da maconha como droga alucinógena, principalmente entre artistas e músicos. Mas, com a crise da Bolsa em 1929, a maconha, que também era muito utilizada pelos mexicanos, começou a ser relacionada com a marginalidade: sexo promíscuo e criminalidade eram apenas algumas das associações preconceituosas que eram feitas e que perpetuam equivocadamente até hoje.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Gastronomia - Salti Lassi Cannabico



O salti lassi, é uma bebida clássica da Índia, usada para acompanhar pratos que tenham muita pimenta, pois a única coisa de fato que corta o efeito picante de qualquer pimenta, é o iogurte. Não adianta beber água depois de comer pimenta, pois a água irá espalhar as moléculas da pimenta por sua língua, o iogurte não, ele tem o poder realmente de cortar imediatamente o efeito da pimenta, seja ela qual for, na concentração que for.

Este preparo é muito simples e pode ser adaptado para qualquer fruta e até usando água gasosa, criando uma espécie de refrigerante. Vamos precisar dele para algumas receitas em diante, na qual colocarei bastante pimenta, e sempre acompanharei com o Salti Lassi de Cannabis. Hoje vamos preparar um dos sabores mais comuns de lassi feitos na Índia, o de manga.

Iogurte Natural – 600 gramas
Sal – 1 grama
Água Mineral – 300 ml
Manga fresca – 20 gramas
Flores de Cannabis – Até 2 gramas

Simplesmente coloque os ingredientes no liquidificador, com umas pedras de gelo, e bata tudo, não por muito tempo para não criar muita espuma. As propriedades da maconha irão se agregar ao iogurte, pode-se inclusive antes de fazer isso, bater somente o iogurte com a Cannabis, para que ele fique mais concentrado, e depois fazer este processo.

Apesar de simples é uma bebida deliciosa, e muito apreciada por quem prova.

Chef. Rafael Santos.
Twitter: @rafinhacook


domingo, 27 de janeiro de 2013

Vídeo - Colheita pessoal



Eai meus amigos, irmão e camaradas. Como de costume postamos no domingo um vídeo sobre nossa erva sagrada, a maconha. E no vídeo de hoje, um amigo brasileiro mostra sua bela colheita pessoal na Califórnia, que ele inclusive está colocando para secar. Vale lembrar que lá é um local bem úmido, por isso você vê ele colocando os buds para secarem em umas grades, que vão dentro de uma máquina, que funciona como um desidratador, para que sequem e não mofem, devido às circunstâncias do local. Curte aí.

sábado, 26 de janeiro de 2013

Insetos e pés de maconha


Quando tratamos do nosso cultivo de maconha, é normal ficarmos com medo quando percebemos que nossas plantas foram habitadas por pequenos animais, normalmente insetos. Mas aí, você sabia que alguns insetos são muito bem vindos em nosso jardim e podem ser como guardiões da Cannabis? Pois é, muitos cultivadores desavisados quando vêem algum inseto em seu pé de maconha nem pensa duas vezes e já trata de mata-lo, sem saber que aquele inseto poderia ser a salvação para uma colheita limpa.

É o que acontece com o louva-deus e a joaninha, por exemplo. As aranhas (exceto a vermelha) são também protetoras, pois elas comem moscas e outros insetos que podem prejudicar sua colheita, mas o lado negativo é que elas deixam teias por todos os buds, o que não é desejável. Mas no caso do louva-deus e da joaninha, além de pequenas fezes inofensivas que podem ser deixadas nas plantas, eles não sujam sua planta e tratam de comer insetos, como lagartas, moscas e aranhas, no caso do louva-deus e pulgões e acarinos no caso da joaninha.

Portanto meu amigo grower, quando se deparar com algum desses guardiões em suas plantas de maconha fique tranquilo, e trate-o bem, para que ele não migre para outro local. E se encontrar algum em outra planta, remaneje-o   para suas ervas e deixa-las sempre mais seguras.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

A Cannabis está no mundo para ajudar


Os efeitos medicinais da maconha beneficiam pacientes de câncer, Aids, glaucoma e esclerose múltipla. Mas os médicos do mundo inteiro se vêem num dilema crucial. Como receitar um remédio que é proibido? Apesar de vários lugares terem já investidos em programas de maconha medicinal, ainda existe além do proibicionismo um grande preconceito, que gera uma cadeia de desinformação, não levando os fatos e os questionamentos necessários para esta vertente que vem crescendo a cada ano.

Atualmente existe no mercado remédios sintetizam o THC, principio ativo da cannabis. Porém, remédios como o Marinol e Sativex esbarraram na ineficiência da legislação, como é o caso do Brasil, que não permite que seja comercializado qualquer medicamento que tenha em sua fórmula algum composto que seja proibido pela a Anvisa, como é o caso do THC.

Mesmo com todos os obstáculos, esta década trouxe muitas novidades sobre a canabis. A mais sensacional foi a descoberta dos locais em que ela age, no cérebro. Isso é importante porque a planta contém cerca de sessenta substâncias, chamadas coletivamente de canabinoides. Elas são as responsáveis pelos efeitos da planta no corpo mas não se sabia exatamente como cada uma delas atua no organismo.

Ao longo do tempo, a cannabis vem ganhando espaço uma fatia dos negócios dos mercados convencionais. Plantada em fazendas especiais, autorizadas pelo governo de alguns países, ela se transformou em uma fonte surpreendente de matérias-primas, com as quais se produzem desde cosméticos até papel, roupas e alimentos.

Com muito mais motivo, os europeus passaram para os tecidos, cuja afinidade com o cânhamo vem de muitos séculos. No Egito dos faraós, ele era usado em cordas e velas de embarcações. No mundo moderno, ele está virando os hemp jeans (em inglês, hemp significa cânhamo). A fibra está sendo aproveitada ainda em pranchas de esquiar na neve, as snowboards. Na Suíça, a idéia foi transformar as folhas em xampus e cremes faciais. Tanto na Europa como nos Estados Unidos, se utilizam as sementes para obter prateleiras inteiras de supermercado: detergentes, fertilizantes, diversos óleos, molhos comestíveis e queijo vegetal.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Desvendando o poder dos aminoácidos no cultivo de maconha


Microbiologistas e plantadores de maconha estão constantemente descobrindo mais sobre o mundo microscópico que afeta diretamente as funções da planta. Um dos maiores avanços nos últimos anos, é o estudo dos "blocos de construção" de todas as proteínas: aminoácidos. Os aminoácidos são compostos orgânicos com um grupo amino (-NH2) e um grupo ácido carboxílico (-COOH), que são necessários para as funções da planta ao longo do ciclo de vida inteiro da planta. Os aminoácidos são necessários para a síntese de moléculas celulares, incluindo a clorofila, enzimas, proteínas e vitaminas. 

Mesmo no início da vida de uma planta, aminoácidos são vitais. Durante o processo de germinação, um embrião irá consumir aminoácidos derivados de proteínas armazenados no endosperma. Outras funções específicas relacionadas aos aminoácidos incluem a síntese de proteínas estruturais, contribuindo para a formação de hormônios vegetais (auxinas, etileno, poliaminas, porfines, etc), e a regulação do balanço hídrico, especialmente em momentos de estresse. Os aminoácidos podem também atuar como agentes quelantes de nutrientes essenciais necessários para o desenvolvimento normal da planta.

Os aminoácidos são ingredientes chave para melhorar a floração da maconha, mas por quê? É verdade que as plantas criam as suas próprias formas de aminoácidos, quando cultivadas em condições ótimas. No entanto, a fim de criar estes aminoácidos a planta terá que "exercer" uma boa quantidade de energia. Completando aminoácidos libera energia natural da planta para se concentrar no crescimento. Também tem sido descoberto que as plantas que crescem em condições menos desejáveis ​​ou plantas que passam por stress irão diminuir, ou mesmo parar, a produção de aminoácidos. A fim de obter os essenciais L-aminoácidos de forma que a planta vai realmente quebrar as proteínas estruturais. Esta atividade requer uma grande quantidade de energia que, de outra forma pode ser utilizada para promover o crescimento ou a estimulação da raiz. Ou seja, seria como "reciclar".

Completando a dieta de L-aminoácidos para suas plantas de maconha medicinal um cultivador pode garantir o máximo nível de aminoácidos necessários para suas plantas serem mantidas. Isso vai ajudar a otimizar o desempenho de suas plantas e permitir que as suas plantas concentrem a energia de outra maneira usado para a síntese de aminoácidos na produção de rendimentos abundantes e botões bem resinados.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Uma abordagem histórica da maconha


O uso de substâncias psicoativas remonta há milhares de anos, sendo algo presente na história da humanidade. O consumo de drogas insere-se no contexto mundial pelas proporções acarretadas, no que se refere aos problemas sociais, econômicos e culturais. A maconha, droga que se caracteriza por seu cultivo milenar, é utilizada nos diversos lugares e épocas, com aplicações na medicina, indústria (confecçáo de papel, cordas e velas para navios), e até em rituais religiosos.

Na Índia em 1000 a.c., a maconha, cuja denominação era Changha, era usado de forma terapêutica, sendo indicado para constipação intestinal, falta de concentração, malária até para doenças ginecológicas. Não obstante, no território indiano, o uso religioso da cannabis antecedeu ao terapêutico, com o intuito de “libertar a mente das coisas mundanas e concentrá-la no Ente Supremo”.

Vinda da Índia, a Maconha ganhou muita aceitação no Oriente Médio, já que o consumo de álcool era proibido pela religião muçulmana, os povos passaram a fazer uso da maconha, tendo em vista a sua capacidade de produzir estado de euforia sem que levasse ao pecado mortal.

Após isso, durante as invasões árabes dos séculos IX a XII, introduziu-se a Cannabis no norte da África, atingindo desde o Egito até o leste da Tunísia, Argélia e o oeste de Marrocos. Porém, é válido destacar o amplo consumo que deu-se no Egito durante auge do desenvolvimento cultural, social e econômico. Inicialmente essa droga era consumida pelas classes privilegiadas, como forma de auto-indulgência.

No que tange a chegada da maconha ao Brasil, não há um consenso entre os historiadores. Alguns argumentam o fato desta ter sido introduzida no Brasil pelos escravos. Inclusive defende-se que foi em 1549, período concomitante ao alvará concedido por D. João III que autorizava a importação de escravos para trabalhar nos engenhos de açúcar, dando direito a cada senhor ter até 1200 escravos.

Pelo que observa-se, a maconha sempre foi bem aceita e com uma convivência pacífica nos países que a utilizavam. Na modernidade, principalmente no Brasil, devido ao não conhecimento no que tange as substâncias psicotrópicas, o país  adotou um modelo de política de repressão exportado dos E.U.A. no combate sobretudo da maconha e cocaína. Posto isto, os dados da época demonstravam que não havia correlação com os números de usuários estadunidenses, gerando com isso uma exposição exagerada na mídia nacional, contribuindo assim na curiosidade em conhecer as substâncias ilícita, tornando o assunto um dos maiores tabus da modernidade.

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

As drogas devem ser legalizadas


A partir da década de 1980, apoiada por artistas e políticos liberais, a legalização da maconha se tornou uma bandeira levantada em muitas partes do planeta. Aqui no Brasil, além do emblemático Fernando Gabeira, que tentou implementar o cultivo do cânhamo para fins industriais, recentemente, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso se mostrou a favor da descriminalização da posse de pequenas quantidades para uso pessoal. Segundo o que ele mesmo afirma, a repressão apenas aumenta a violência e o consumo, por isso, a liberação deveria ocorrer, mas a par da criação de mecanismos que desestimulassem o uso das drogas. Vale a pena lembrar que até os dias de hoje, a política de repressão às drogas foi falha, já que nunca conseguiu controlar a oferta e a demanda das drogas.

Atualmente, vários coletivos, como a Marcha da Maconha vem mostrando para sociedade o quão é equivocado a proibição da Cannabis Sativa, já que o poderio desta planta é enorme e de maneira nenhuma deveria estar proibida. Atualmente, contabiliza-se que 210 milhões de usuários de drogas ilícitas no mundo. 

Desse total, 80% usam maconha que, se regularizada, reduziria esse número para somente 45 milhões de seres que usufruem drogas pesadas - como heroína, cocaína e crack. Apesar de expressivo, esse montante também poderia ser amortizado para 10 milhões que, conforme especialistas, são considerados usuários problemáticos.

Porém o problema ainda é mais drástico, já que a descriminalização apenas não resolve, já que ela tem que vir com um conjunto de medidas que mude a perspectiva do olhar sobre o usuário para que ai sim funcione o conceito de redução de danos, para que realmente possamos atacar o problema de frente e não só medidas paliativas que não resultam em nada como as que vemos sendo feitas pela iniciativa do governo. É um completo desastre a forma que tratamos a droga e os usuários atualmente no país.

O Brasil passou a ser duramente atingido pela guerra contra as drogas nos anos de 1980, quando a repressão americana à produção de cocaína colombiana fez com que as rotas de tráfico fossem desviadas para dentro de nosso território. Quando o Brasil se tornou país de trânsito de cocaína, imediatamente o índice de usuários aumentou no país e, consequentemente, o crime se estruturou, traficantes enriqueceram e nossas taxas de homicídio, que estavam em cerca de 10 assassinatos a cada 100 mil habitantes, mais do que dobraram (hoje, nossa taxa é de 26 a cada 100 mil). Com o aumento do poder e da riqueza do tráfico, surgiu uma grande fonte de corrupção no país, com muito dinheiro para subornar a polícia, a justiça e a política.

Diante de um contexto nefasto, chegou a hora de legalizar. A legalização não atinge apenas os usuários, mas toda a sociedade, que está no meio de uma guerra absurda, que atinge pessoas que em muitas das ocasiões. 

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Um pouco da história da maconha


A cannabis é consumida pela humanidade há cerca de dez mil anos, desde a descoberta da agricultura. Era utilizada para a obtenção de fibras, óleo, sementes consumidas como alimento e por suas propriedades alucinógenas. A planta parece ser originária da China, apesar de outras evidências apontarem para a Ásia Central. O famoso Pen Tsao Ching, farmacopéia escrita em 100 d.C., baseada nas compilações de plantas com propriedades farmacológicas do imperador Shen Nung (2737 a.C.), mostrava que os chineses já conheciam há alguns milênios as propriedades da maconha.

A maconha possui grande influência sobre a cultura hindu. Segundo a tradição da Índia, a cannabis fora um presente dos deuses aos homens, capaz de provê-los de prazer, coragem e atender a seus desejos sexuais. A planta teria brotado pela primeira vez quando gotas do néctar dos deuses (Amrita) se derramaram sobre a Terra. Nos Himalaias indianos e no Tibet as preparações a base de canábis encontram grande importância no contexto religioso. Sadhus (homens sagrados) dedicam sua vida à deusa Shiva.

Durante a Antigüidade, os gregos e romanos não tiveram por hábito utilizar a maconha com propósitos alucinógenos, apesar de conhecerem tais propriedades. Dioscórides e Galeno utilizavam-na como medicamento para alguns tumores. Durante a Idade Média, a planta foi praticamente esquecida. Já o Império Islâmico conviveu com a planta e a espalhou pelas regiões conquistadas.

Somente a partir das Cruzadas (séculos XI - XIII) e das Grandes Navegações Européias (século XVI), que a maconha voltou a ser conhecida no continente. A partir do século XVIII as plantas provenientes das novas colônias começaram a ser catalogadas e estudas de maneira mais científica, sem o misticismo medieval que influenciava o conhecimento europeu até então. Com a chegada do século XIX, a Europa se vê as voltas com movimentos culturais intimistas, voltados para a busca do prazer e do individualismo, interessados no místico e no espiritual, em busca das raízes nacionais originadas na Idade Média. O mundo islâmico, agora em parte dominado por Napoleão Bonaparte, foi alvo das inspirações de pintores e poetas e o consumo de haxixe foi bastante cultuado.

Em 1845, um médico francês, J. J. Moreau de Tours e os escritores Gérard de Nerval e Téophile Gautier fundaram o Clube dos Haxixins. Participavam das reuniões mensais artistas renomados do período, tais como Charles Baudelaire, Alexandre Dumas, Eugene Delacroix e Victor Hugo. A intenção dos encontros era cultuar o consumo de haxixe, fomentar a produção artística e exaltar Hassan bin Sabbah. Todas deveriam trajar indumentárias árabes e periodicamente um dos membros era eleito o Velho da Montanha. 

No mesmo período, Lewis Carroll publicou o livro Alice no País das Maravilhas, povoada de imagens oníricas e de alusões ao consumo de haxixe.

A Medicina também passou a utilizar a maconha com propósitos terapêuticos a partir dessa época. As indicações voltavam-se principalmente para o tratamento da asma, tosse e doenças nervosas. A reação ao consumo da maconha e outras substâncias psicotrópicas ganharam força a partir do final do século XVIII.

Na modernidade a maconha continua sendo debatida, principalmente a legalização, para que seja aproveitado todo o poderio da Cannabis Sativa. Apesar de ser um tema controverso, o mundo aponta para uma nova abordagem menos danosa para a maconha, sendo que uma das ações é justamente a sua descriminalização. 

Gastronomia do Planeta Maconha - Maionese cannábica



A maionese é um molho clássico, de fácil preparo, só precisa de um pouco de cuidado para não talhar e perder tudo. O segredo é o movimento contínuo com o fouet, não se deve parar e nem bater lentamente, pois dessa forma as moléculas do azeite não serão quebradas e isso é o que faz talhar a maionese. 

Também outro erro é acrescentar o azeite muito rápido, o que faz acontecer a mesma coisa, o óleo não se fragmentar corretamente. Nesse caso, o azeite usado será o azeite de maconha, que deve ser acrescentado em fio, lentamente, de preferência por uma segunda pessoa, enquanto a primeira se concentra em batera mistura.  Então vamos lá.

Gema de ovo – 2 unidades
Vinagre – 20 ml
Azeite de Cannabis – Quantidade necessária

Simplesmente devemos juntar as gemas (somente gemas, sem claras) com o vinagre, e misturar bem com o fouet, agora em forma de fio, fino e suave, acrescentar o azeite, sempre aos poucos, até se pode parar de acrescentar o azeite por uns instantes, mas nunca parar de bater energicamente com o fouet, e isso deve ser feito até que se forme a maionese, com um minuto de trabalho aproximadamente já se pode ver  a mudança física da estrutura do preparo, mas não deve parar de colocar azeite e bater até se obter uma maionese perfeita, de aparência lisa e firme, que não fique soltando qualquer tipo de líquido, todo o material deve estar homogeneizado na mistura. Depois de pronta a maionese, você pode picar um pouco de flores de maconha e acrescentar no preparo, misturando com um fouet.

Chef. Rafael Santos.
Twitter: @rafinhacook


domingo, 20 de janeiro de 2013

Vídeo - Maconha cura cancêr?



Ai rapaziada, olha que lição ai pras nossas autoridades e os preconceituosos de plantão, provando que a maconha cura, um super suco, de uma super planta, super medicinal. É isso ai, suco de maconha, show de bola, confiram e comentem com seus amigos e parentes, será que estão nos proibindo ter o acesso à medicina? Acho que sim.

sábado, 19 de janeiro de 2013

A maconha no tratamento de fobias sociais


Uma substância extraída da planta da maconha foi usada para o tratamento de fobias sociais, como o medo de falar em público, por exemplo. É um estudo de cientistas americanos e brasileiros.

É um teste simples, simples para quem não sofre de um transtorno que atinge 10% da população mundial: o medo de falar em público. Diante de uma câmera, a pessoa tem que falar de improviso sobre um tema proposto na hora.

Foi desenvolvida uma simulação dos testes feitos na pesquisa. 36 voluntários foram divididos em grupos, 12 não tinham medo de falar em público. Dos outros 24 que apresentaram o o transtorno, a metade recebeu apenas placebo, que não causa nenhum efeito no organismo. Os demais, um composto extraído da planta da maconha.

"Os grupos que receberam canabidiol apresentaram menor nível de ansiedade, comparado com os grupos que receberam o placebo, e isso foi quase igual aos voluntários saudáveis, que não apresentam essa fobia social", comentou o pesquisador da USP Mateus Bergamaschi.

Exames feitos com ressonância magnética revelaram mudanças nas regiões do cérebro de quem recebeu o composto. Mas o professor de medicina da USP José Alexandre Crippa faz uma advertência em relação à maconha:

"O canabidiol não tem os efeitos completos de fumar a maconha, que pode fazer muito mal, inclusive piorar a ansiedade em pessoas com fobia social ou transtorno do pânico".
A substância ainda será testada em novos pacientes por mais tempo.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Novo estudo questiona tese em que Maconha causa perda de QI


Uma pesquisa que foi realizada na Nova Zelândia afirmou e causou um grande estardalhaço, servido de arma para os conservadores, que a maconha no cérebro de adolescentes poderiam resultar em uma perda de QI. Na ocasião, foram perguntados a respeito de sua periodicidade do uso da maconha em pessoas de 13 a 38 anos e ao final do estudo foi sugerido que as pessoas que se utilizavam de Cannabis tinham uma perda de QI.

Contudo, um novo estudo rebate estas conclusões da pesquisa anterior. Segundo as informações publicadas pela revista Proceedings, da Academia Nacional de Ciências, na Noruega. Em Oslo, Rogeberg Ole Ragnar Frisch, do Centro de Pesquisa Econômica, diz que a tendência da diminuição de QI poderia ter surgido a partir de diferenças entre os participantes do estudo em fatores socioeconômicos como renda, educação e ocupação.

Baseando-se em resultados de pesquisas anteriores, Frisch traçou os potenciais efeitos desses fatores socioeconômicos sobre o QI. Ele encontrou resultados bem parecidos sobre outros cientistas que estudavam o mesmo tema que envolvia fumantes de maconha.

Os novos levantamentos feitos por Frisch causaram um verdadeiro estardalhaço em várias vertentes da ciência. Como tudo que se fala em maconha vira notícia e muita polêmica, Dr Duncan Clarck, da Universidade de Pittsburgh resolveu também dar seu pitaco sobre o assunto, afirmando que os levantamentos feito na Noruega aponta dados interessantes que poderiam ser considerados em um novo estudo, porém não anula as conclusões do estudo original que sugere que a maconha na adolescência faz com que seus usuários tenham perda de QI.

Por outro lado, Nora Volkow, do Instituto Nacional de Abuso de Drogas, afirmou que os estudos observacionais como este feito na Nova Zelândia em hipótese alguma podem concluir que o uso de maconha causa danos irreversíveis ao cérebro. Contudo, ela alerta que também não pode considerar e levar ao pé da letra todos os levantamentos e questionamentos feitos por Frisch, defendendo a tese de que é preciso um estudo mais amplo e muito mais minucioso, para que se possa definir estas questões sobre o uso da maconha na adolescência.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

O processo de cura é um dos determinantes na qualidade de uma boa Maconha


Cultivar maconha para o próprio consumo é uma arte. Ao longo dos anos, você vai aprendendo as variações da planta e aos poucos vai pegando o jeito para se produzir um fumo de qualidade. Contudo, não adianta pensarmos em fumo de qualidade, quando negligenciamos uma das fases mais importantes do processo, que é a cura das flores da Cannabis, a famosa maconha.

Após muitos meses de trabalho emprenhado no grow e no cultivo, a ansiedade pode ser um fator que pode levar a alguns equívocos. Realmente não é fácil ver suas plantas grandes, bonitas, saudáveis e com belos camarões resinados e não poder fumar, porém a cura é de suma importância, já que a qualidade do fumo depende de uma boa cura.

No período de corte da planta, ou seja, no final de sua floração, existe uma grande produção de resina sendo que portanto encontramos em abundância neste período são o ácido tetrahidrocannabinóico (THCA); seguido pelo Tetrahidrocanabinol (THC); Canabidiol (CBD)e o  Canabinol (CBN). Levando em consideração que o THCA não é tem grandes efeitos psicotrópicos, o THC é o componente responsável pela “onda”; o CBD pela onda euforizante e o CBN pelas propriedades sedantes da maconha, eis que começamos a entender o porque da secagem e depois a cura para se ter um fumo de qualidade.

A secagem é o processo em que tiramos a água dos buds, num processo simples de desidratação que vai tornar aquela substância fumável e também a transformação do THCA em THC. Para isso, basta deixar os buds em contato com oxigênio do ambiente onde se vai fazer a secagem. Nesta reação química que acontece na secagem, parte do THC se transforma em CBN deixando o fumo neste momento mais eufórico e sedativo.

Após o processo de secagem, vemos que o próximo passo é a cura. Esta parte, não menos importante que as outras, é o momento em que queremos que a clorofila se decomponha, uma vez que é ela que deixa aquele péssimo gosto “verde” na boca quando a maconha é mal curada. Quando a clorofila é decomposta o fumo ganha seu gosto característico, ficando com o aroma da strain escolhida.

Para que este processo da clorofila se decompor esteja completado é preciso que se espere em torno de 60 dias, sendo que o aroma característico da strain se dá em torno de 90 dias, após  a transformação de óleos essenciais que vão acabar por “saborizar” o fumo.  Paralelamente a esse a este processo, parte do THC vem a oxidar, fazendo com que se transforme em CBN. Desta forma, a maconha acaba por ganhar sabor, mas fica um pouco menos eufórica. Portanto, a boa colheita deve-se levar em consideração o paladar, condições de plantação e a strain escolhida, sendo que aos poucos, o grower acaba por descobrir o ponto ideal de cura, aquele que agrada melhor ao seu paladar e ao seu organismo.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Maconha Medicinal é o alvo de polêmica na Alemanha


Mesmo que cause muita polêmica é inegável os benefícios da maconha medicinal, que em muito dos casos é um substitutivo bem mais potente e que causa mais alívio que os medicamentos convencionais aos seus pacientes. Diante desta nova perspectiva de tratamentos alternativos, muitos países ainda vivem o dilema de avançar em um programa medicinal de maconha ou continuar no conservadorismo que rege a falta de informação sobre a maconha.

Há 20 anos Michael F. sofre de esclerose múltipla, tem convulsões e dificuldade de falar. O consumo de maconha proporciona alívio ao pedreiro ladrilhador da cidade de Mannheim. Embora o efeito medicinal da erva seja notório, é difícil para pacientes como ele conseguirem uma terapia com cânabis que seja legal e financeiramente acessível.

É o próprio Michael F. quem planta a maconha para a sua terapia, no banheiro de sua casa. Ele se sente compelido a tal pela atual legislação. A obtenção da chamada maconha medicinal através de uma farmácia também seria possível. No entanto, ela está sujeita a condições rigorosas, e em geral os custos não são cobertos pelo seguro de saúde ou outras instâncias. O chamado autocultivo é o que resta a pacientes com pouco dinheiro.

Foi isso o que constatou o Supremo Tribunal Administrativo de Münster, no veredicto proferido em 7 de dezembro de 2012. Assim, abriu-se o caminho para que pacientes gravemente enfermos cultivem sua própria maconha. No entanto, o problema ainda não está resolvido.

"Para os pacientes, o mais agradável seria simplesmente poder ir a uma farmácia, mostrar uma receita médica ou um documento, e receber então a sua maconha", comentou o médico Franjo Grotenhermen à Deutsche Welle. Afinal de contas, isso também é possível em outros países, nessa ou em forma similar. Na Alemanha, no entanto, não há vontade política para tal, explica.

Segurança jurídica em outros países

Em Israel, na Holanda, no Canadá e em algumas partes dos EUA, dispositivos legais permitem a pacientes com doenças graves o acesso legal à marijuana. Também o autocultivo é em parte sancionado, mas nem todos os afetados têm condições físicas para realizá-lo.

Na Alemanha, o Instituto Federal de Medicamentos e Dispositivos Médicos (BfArM), em Bonn, deverá futuramente emitir licenças para o cultivo privado de cânabis - ou seja, a mesma autoridade que representou a parte litigante no julgamento em Münster, em nome da República Federal da Alemanha.

Ainda não se tem a menor ideia de como esse procedimento funcionará em detalhe, ou quais requisitos de segurança estão associados a ele. Indagado pela Deutsche Welle, o BfArM não quis se pronunciar sobre o veredicto, já que este ainda não entrou legalmente em vigor.

Medicamentos como alternativa

Acima de tudo, pelo menos de início a decisão não terá nenhum efeito sobre a situação pessoal de Michael F., pois o direito de plantar maconha legalmente lhe continuará vedado.

No caso específico do portador de esclerose múltipla, o tribunal considerou o tratamento com o remédio Dronabinol, produzido à base de cânabis, como uma alternativa válida. A caixa de saúde de Michael F., a AOK, que até então havia rejeitado cobrir os custos do medicamento, concordou agora em assumi-los, a pedido do tribunal.

Para Oliver Tolmein, advogado de Michael F., a luta ainda não terminou. "No nosso cliente, o Dronabinol atua apenas como um complemento, que faz com que ele precise de menos cânabis." O jurista tentará agora sedimentar essa alegação com argumentos médicos: só então o caminho do autocultivo estará aberto para o seu cliente.

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Smoking Review - Bulldog auto Haze


Olá amigos leitores do Planeta Maconha, temos o prazer de apresentar para vocês o primeiro smoking review do ano. Smoking review para quem ainda não sabe, é quando alguém degusta uma variedade de maconha disponível no mercado, depois de cultivada, colhida, seca e curada corretamente, e faz um resumo geral sobre o fumo, mostrando suas sensações quanto ao sabor, aroma e efeito. Dessa vez vamos falar sobre a Bulldog auto Haze, da Bulldog Seeds, uma planta automática e nova no mercado, mas que já foi cultivada, fumada e aprovada. Então confere ai.

Em primeiro lugar, sempre começo uma degustação de Cannabis cada passo, para absorver o máximo de informação possível sobre aquela flor. O primeiro passo é o aroma cru, desde o cheiro que se sente do bud armazenado dentro do saco zip lock ao momento em que se parte a flor e se libera maior variedade de aromas. Nesse caso de cara senti aquele aroma característico de Haze, o que eu descreveria como um aroma que lembra o de revistas novas, levemente azedo, e depois que partido o bud, na hora sobem aromas mais concentrados do Haze, lembrando frutas verdes, como manga ou acerola verde.

O sabor cru é provavelmente minha segunda parte favorita, que consiste em dar umas tragadas no baseado ainda apagado, para sentir os sabores que ele libera sem ter a interferência da fumaça. O sabor cru foi puro haze, aquele gosto de revista nova ficou marcante, mas conseguí destacar um sabor ainda mais presente nesse bud, o gosto de siriguela verde muito agradável, dava vontade de ficar o dia todo tragando aquele cigarro aparado, porém não teria graça.

Agora vem minha parte favorita, fumar. Esse processo eu separo em três estágios, estágio inicial ou primário, estágio médio, e estágio final ou terceiro estágio, pois o sabor do baseado vai se alterando à medida em que se acumula particulas provenientes da queima, logo o sabor do fumo que ainda está para ser queimado se altera também, e nós podemos sentir diferentes sabores e aromas, basta abrir a cabeça para deixar que os sentidos fluam. Assim que acendi o cigarro, e dei a primeira tragada o que senti foi um gosto que lembra massa de pão caseiro levemente torrado, e a sensação palativa foi de leve adistringência, como se deve uma baforada de um bom charuto. O segundo estágio foi muito bom, ainda melhor que o primeiro, com um sabor levemente mais ácido, lembrando patê de azeitonas, muito saboroso e agradável. O terceiro e último estágio, foi o melhor, o que é incomum, pois geralmente as primeiras tragadas são as melhores, mas a Bulldog Haze me surpreendeu nisso, foi o contrário, o estágio final foi melhor que o primário, com um sabor que me lembrava claramente uva niagara, aquela uva bem escura de tamanho bem pequeno e sabor intenso, que é muito comum na região sul do Brasil. Diria que as 5 últimas tragadas foram claramente com sabor dessa uva, o que me surpreendeu muito, e saiu completamente da linha que vinha seguindo nos primeiros estágios, que foram mais ácidos, e o final mais doce e suave, o que fez a finalização do baseado ser a melhor possível, deixando aquela vontade de fumar mais um.

Outro fator que me chamou a atenção durante toda a degustação, desde a primeira tragada, foi o fator boca seca, não sobrou nenhuma saliva desde início, o que as vezes é chato, então é bom ter um pouco de água por perto. Porém outro fator que me agradou muito, foi o sabor e aroma na boca após a tragada. Diferentemente de outras cepas de maconha, a Bulldog auto Haze não deixa nenhum sabor desagradável após ser fumada, tampouco mal hálito, depois de uns 5 ou 10 minutos parece que você não fumou nada, realmente muito bom.

A onda é leve, você sente que tá de cabeça feita, mas não fica chapado de jeito nenhum, é ideal para aquele momento de relaxada, porém que você precisa em seguida fazer alguma atividade  que te exija a função cognitiva, como voltar ao trabalho por exemplo. Você não vai ficar derrubado de preguiça nem sono, tampouco vai ficar eufórico e querendo muita agitação, então é ideal para fumar no dia a dia, e dar aquela relaxada na hora do almoço.

Por fim, dou uma nota 7.5 para ela, o que é bom, lembrando que é difícil eu dar uma nota maior do que 8.5, para isso o fumo tem que me surpreender muito, e é difícil eu dar uma nota menor do que 6.5, uma vez em que o bud estiver curado corretamente é difícil dizer que o fumo é ruim. Esse fumo foi curado por um mês, o que eu considero o mínimo de cura para se ter uma degustação agradável e livre de sabores ruins como o da clorofila.

Você encontra sementes dessa cepa no site Semente de Maconha e recebe na segurança de sua casa com total sigilo. Compre com quem entende.

Israel tem sido a vanguarda da maconha medicinal


A maconha medicinal vem ganhando espaço na mídia e alavancando o debate sobre como a legalização da maconha é mais benéfica para a sociedade do que sua proibição. No entanto, ainda em muitos lugares por puro conservadorismo ou apenas pela falta de informação não existe uma tolerância para a planta Cannabis Sativa, ignorando até mesmo a oportunidade de utilizar a planta como fonte de pesquisa, como é o caso do Líbano, que tem intenso conflitos com os moradores da região de Bekka, que querem plantar maconha como fonte de renda, enquanto o governo tenta destruir as plantações. Bem perto dali, já em Israel, existe um intensa plantação de maconha medicinal, que estuda com veemência os poderes medicinais da Cannabis Sativa, como os seus poderes antiflamatórios.

Apesar de Israel estar sendo uma vanguarda nas investigações sobre as propriedades medicinais da maconha, muitos problemas ainda são persistentes no seu programa de maconha medicinal,contudo a boa notícia é que os pesquisadores em Israel dizem que a maconha pode ser benéfico para uma variedade de doenças e condições, de ajudar pacientes com câncer a aliviar a dor e facilitar a perda de apetite para a melhoria da qualidade de vida de pessoas com pós-traumático e condições neuropsicológicos . Os ingredientes naturais da planta, dizem, pode ajudar com a função digestiva, infecções e recuperação após um ataque cardíaco. A strain conhecida como Eran Almog, que tem a mais alta concentração de THC, é recomendado para a dor severa. Avidekel, uma linhagem rica em CDB e quase sem qualquer ingrediente psicoativo, permite que os pacientes se beneficiarem da droga sem a “onda” provocada pelo THC.

Um dos problemas encontrados quando se fala de maconha medicinal em Israel é que especialistas afirma que muitos profissionais médicos em Israel continuam céticos e estão relutantes em encorajar os pacientes a usar maconha, seja por causa do conservadorismo ou a falta de conhecimento sobre seus benefícios potenciais. A obtenção de uma licença de uso pessoal do Ministério da Saúde para um paciente requer um esforço especial por médicos e pode levar mais tempo do que alguns pacientes têm.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Gastronomia do Planeta Maconha - Farofa cannabica de banana e bacon



Essa receita é proveniente do centro-oeste brasileiro, é muito simples e saborosa, o segredo é escolher uma banana um pouco mais madura. 

Essa receita não irá proporcionar uma onda muito pesada, uma vez que a manteiga de maconha será usada apenas para refogar alguns ingredientes, o que se pode fazer para atingir um nível forte de efeito, é preparar uma manteiga especialmente para essa receita, concentrada na ganja.

Banana da terra – 6 unidades
Bacon – 100 gramas
Cebola – 1 unidade
Alho – 3 dentes
Manteiga cannábica – Quantidade necessária
Farinha de mandioca – Quantidade necessária

Corte as bananas em quadrados pequenos, torre separadamente a farinha de mandioca, mas não deixe escurecer muito. Doure o bacon a cebola e o alho na manteiga de maconha, acrescente as bananas em cubos. Acrescente a farinha, e finalize se quiser, com salsinha ou cebolinha.

Está pronta a farofa verde de banana e bacon, apreciem com moderação, mas não por causa da maconha, e sim da gordura do bacon ! 

Apreensões de Maconha na fronteira cresceram 140%


O Brasil é um país que tem a característica peculiar de ter uma fronteira muito extensa, tornando impossível a manutenção de uma vigília eficaz a todo momento. É justamente neste ponto que traficantes e “mulas” aproveitam para atravessar com substâncias ilícitas a nossa fronteira. Diante disso, o governo gasta milhões e mais milhões para financiar a chamada “guerra às drogas”, no intuito de combater o tráfico, contudo, aumenta-se a cada ano o número de apreensões, porém, não se controla o aumento, o abuso  e também a oferta das drogas com este tipo de ação, mostrando que a repressão sai caro e não dá os resultados esperados, já que o que nós vemos nas ruas é o crescimento de usuários e não o controle dos mesmos.

Para se ter uma ideia O DOF (Departamento de Operações de Fronteira) divulgou no final da tarde ontem (9) um balanço das operações. Foram apreendidos de janeiro a dezembro de 2012, 23.190,462kg de maconha, o que representa um aumento de 140% nas apreensões em relação à estatística verificada no mesmo período de 2011.

De acordo com a assessoria de comunicação, a maioria das apreensões foram realizadas na região de Ponta Porã e Coronel Sapucaia/MS. Além da grande quantidade de maconha, foram apreendidos ainda no ano de 2012, 103,992kg de cocaína; 15,690kg haxixe; 91,737kg de pasta base de cocaína, 16,705kg de crack, e 2,130kg de Oxi.

O DOF apreendeu entre os anos de 2000 a 2012 um total de 138.330,670kg de maconha. Foram realizadas ainda apreensões de diversas mercadorias, entre elas: 3.611 unidades de pneus, avaliados em aproximadamente R$ 361.100,00 e 581.614 pacotes de cigarro, avaliados em mais de onze milhões, cerca de R$ 11.632.280,00.

No ano de 2012 foram abordados e vistoriados aproximadamente 64.558 veículos, e abordadas aproximadamente 113.426 pessoas, resultando na prisão e ou apreensão de 522 pessoas, por diversos delitos. Além disso, foram apreendidos no ano de 2012, um total de 428 veículos envolvidos em diversos crimes. 

domingo, 13 de janeiro de 2013

Vídeo - Curar em 8 dias

Eai pessoal, olha o vídeo que encontrei, o cara garante que a cura ai funciona bem, ele usa um método que nunca testei, e nem sei se tenho coragem, curar os buds de maconha dentro da água, e depois seca novamente. Não conheço pessoalmente quem tenha testado, mas se alguém já fez comenta ai pra gente.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Chong diz que maconha deu talento a Bieber


Richard "Cheech" Marin e Tommy Chong agitaram Hollywood com seus filmes pitorescos que retratavam a maconha de maneira descontraída e bem irônica. Agora, já consagrado, o astro Tommy Chong disse meio a toda polêmica e descoberta que Justin Bieber fumava maconha, que todo o sucesso do garoto em particular é por causa do uso da erva sagrada, que causa discórdia no mundo inteiro.

Eu sabia que Bieber estava fumando bem antes de ele mesmo saber. Por causa de sua música, sua dança. O cara é ótimo, um fenômeno", disse o comediante de 74 anos, também conhecido por interpretar o cabeludo Leo na extinta série That 70´s Show, responsável por revelar ao mundo os talentos de Ashton Kutcher e Mila Kunis. "Não apenas pelo visual dele. É pelo seu talento. E você não consegue um talento assim bebendo álcool. É a maconha, cara! A maconha!"

 O tema ganhou força em torno do cantor canadense no último fim de semana, após ele ter sido clicado em uma festa segurando um cigarro artesanal, que fontes presentes no local garantiram ser maconha. Segundo Chong, atualmente todas as celebridades fazem uso da droga, legalizada para fins medicinais no Estado da Califórnia, onde está Hollywood, centro do cinema e da música nos EUA.

 "E não é só Bieber. Miley Cyrus, Michael Phelps. Além disso, praticamente todos os filmes têm um maconheiro como personagem, é quase obrigatório isso agora. Sabe, a erva está tão disseminada quanto poderia estar. É legalizada no Colorado e Washington. Na verdade, está praticamente legal em todo o mundo", concluiu.

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

O Governo precisa admitir que legalizar a maconha é a melhor opção


A maconha é um dos assuntos mais controversos da atualidade, já que existem 40 anos de desinformação e de equívoco quando discutimos abertamente sobre a Cannabis Sativa. Usada de forma recreacional, religiosa e também medicinal, as flores secas da Cannabis são utilizadas a mais de 5 mil anos, sendo que é o psicoativo mais cultuado e consumido no mundo. Talvez por isso, muitos mitos e medos prevalecem sobre a razão óbvia da descriminalização da maconha.

Segundo alguns levantamentos da Universidade de São Paulo, 7% da população adulta do Brasil já experimentou maconha na vida, algo que pode representar algo de 8 milhões de pessoas. Aceitando que por ser um tema em que envolve um objeto proibido, existe portanto a possibilidade de uma variação no resultado,  então assim admitimos que esse número pode ser ainda maior. Ainda segundo os estudos, nota-se que 3 milhões de pessoas deste montante se utilizam da maconha com frequência.

Deixar com que a maconha continue proibida é fazer com que se inclua – aqui utilizando apenas os números frios da pesquisa- cerca de 3 milhões de trabalhadores e pagadores de impostos no ciclo da criminalidade, sendo este número aumentado a um montante de 8 milhões de brasileiros, quando analisados também consumidores eventuais. A proibição da maconha é de uma imbecilidade tremenda, pois causa o inflacionamento do produto, fazendo com que este ganhe um valor absurdamente alto, tanto, que é justamente por este alto preço, que vários marginais e narcotraficantes se degladiam,  afim de monopolizar o controle do produto ilícito, que serve de base financeira para tais organizações criminosas.

Quando o governo admite que o consumo existe e adota medidas de redução de dano, passa a contribuir efetivamente com o bem estar e social do cidadão, uma vez que além de tirar aquele monte de gente do ciclo da criminalidade, a descriminalização ou até mesmo a legalização da maconha geraria uma grande receita, que poderia ser efetivamente aplicada em bens comuns como escolas, hospitais, restaurantes populares, remédios, entre outras necessidades básicas de qualquer pessoa.

A descriminalização da maconha, além de eficaz na forma moderna de se tratar o problema, faz com que ajude a máquina pública a desinchar a segurança pública do país, já que ao invés da polícia se atentar a crimes relacionados à maconha, terão mais tempo para cuidar dos verdadeiros delitos, fazendo com que ao mesmo tempo, haja uma pressão para uma reestruturação no sistema de saúde do país, já que com a redução de danos, o problema passaria a ser encarado como de saúde pública. 

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Gastronomia do Planeta Maconha - Molho Bechamel Cannábico



Molho Bechamel é um molho clássico da gastronomia francesa, também conhecido como molho branco. Ao contrário do que muitas pessoas pensam, o molho branco clássico, não leva nenhum tipo de queijo. O segredo é conseguir passar aroma e sabor ao leite, durante o processo de infusão. 

É um molho super simples e foi criado para agradar um rei há mais de dois séculos, e reza a lenda que o chef do rei estava sob muita pressão, e se não o agradasse iria perder a cabeça, e este molho extremamente simples rendeu mais alguns anos de vida ao chef. Então vamos lá.

Leite – 1 litro
Cebola – 1 unidade
Louro – 3 folhas
Nós moscada – pitada
Alho – 1 dente
Sal – A gosto
Pimenta branca moída – pitada
Cravo – 1 unidade
Tomilho – pitada
Roux cannábico – 50 gramas

Primeiro deve-se fazer aquele processo de infusão com o leite, desde ele frio, acrescente todas as especiarias, faça umas pequenas aberturas na cebola com uma faca, para que ela solte mais aroma e sabor ao leite, Peneirar o leite, e espessar com o roux, e cozinhar por aproximadamente 2 ou 3 minutos, e está pronto ! Esse molho é ideal para acompanhar macarrão ou carnes leves, como frango ou peixe. Agora nosso molho branco de maconha está feito, e poderemos acompanhar nosso almoço com um belo molho, e de preza ganhar uma onda mais tarde.

Chef. Rafael Santos.
Twitter: @rafinhacook

Snoop Dogg novamente causa polêmica ao falar sobre a maconha


O rapper Snoop Dogg sempre foi um polêmico defensor da maconha. Sem nenhuma restrição, vira e mexe o músico defende o uso da erva , fazendo questão sempre de mostrar para todos o seu amor pela Cannabis, que é retratada em suas vestimentas e também em suas músicas, fora as diversas fotos em que  Dogg aparece apreciando alguns cigarros de maconha. Desta vez, o artista resolveu polemizar mais uma vez, depois que disse em uma entrevista à revista americana "GQ", que adoraria ensinar seus três filhos a fumar maconha.

"Eu não obrigaria meus filhos a fumarem maconha, mas, se eles quisessem, eu adoraria mostrar como fazer, o jeito certo, para que eles não peguem erva ruim, ou tenham overdose por uso de outras drogas, ou até mesmo usarem alguma coisa que não é limpa", disse Snoop Dogg.

Depois que se tornou um pai de família, snoop também tornou sua letras menos violentas. "Quando você se torna um homem, você começa a ter filhos e viver. Você esquece as armas e sua música se torna 'ei, eu estou com meu filho e estou vivendo agora'", contou.

A declaração, como não podia ser diferente, causou polêmica nos EUA, contudo, vale a pena lembrar que alguns meses atrás, Corde Calvin Broadus, filho do músico, que acabou de completar 18 anos, compartilhou algumas imagens em sua conta no Twitter em que aparece consumindo maconha ao lado do pai. Em uma das fotos, Snoop segura um Bong para o consumo da maconha enquanto seu filho segura um isqueiro.

Já em outra imagem, o músico e Corde são fotografados confeccionando cigarros de maconha

O site Hollywood Life, que publicou as fotos, também emitiu uma nota em repúdio a atitude de Snoop Doog.

Na oportunidade, Dogg foi duramente criticado. "Nós sabemos que você é uma estrela do rap, mas Corde não terá uma vida feliz se apenas viver chapado o tempo todo. Ele parecia ser tão ambicioso e ir para a faculdade. Para nós, você estar fumando maconha com seu filho adolescente não é um bom exemplo. Não atrapalhe a vida dele só porque você ama a maconha, dizia uma nota de repúdio escrita pelo site Hollywood Life.

domingo, 6 de janeiro de 2013

Vídeo - Produtos Hemp


Esse vídeo foi feito por um amigo maconheiro que mora na Califórnia - E.U.A. Ele nos mostra a diversidade de produtos saudáveis feitos a partir da maconha, desde cosméticos à comida. Muito legal, muita gente não conhece essa vasta gama que a maconha permite chegar, vale a pena ver e descobrir o mundo novo que irá surgir após uma possível legalização da nossa erva sagrada.

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Maconha medicinal x preconceito


Quando falamos em tratamentos alternativos para diversas enfermidades, muitas pessoas conservadoras se dizem contrárias, pois acham que só funcionam os remédios que são vendidos na farmácia, coisa e tal. E principalmente quando falamos de maconha medicinal é que essas pessoas se revoltam, pois sua moral diz que algo ilícito jamais poderia ser benéfico, pois assim que eles foram ensinados (manipulados mentalmente).

Mas quem sabe informando melhor esse tipo de pessoa não podemos mudar essa realidade? Pois eu acredito que sim, por isso escrevo à favor da causa incansavelmente. Então vamos mostrar algumas vantagens da maconha medicinal em relação aos medicamentos provenientes de uma farmácia cercada por interesses políticos corruptos. Porque essas pessoas deveriam se tratar com Cannabis (se legalizar) ao invés de se intoxicar e prejudicarem seus rins e fígado?

Uma das grandes vantagens da maconha medicinal é o fato dela ser natural e ainda assim ser tão polivalente, servindo para tratar de uma vasta gama de males que atingem diariamente as pessoas. De fato ainda não se comprovou o poder de cura definitiva da maconha com os males que geralmente são tratados, isso por causa da dificuldade de acesso para estudar a planta.

Um dos grandes fatores que coloca a maconha em vantagem contra a maioria das drogas, inclusive lícitas, é o fato de que ela não causa overdose, e tem uma explicação científica/médica para isso. O que acontece é que a escassez de receptores canabinoides no bulbo raquidiano, região do sistema nervoso que controla as funções respiratória e cardíaca, explica por que a maconha não causa overdose. Mesmo assim cientistas arriscam dizer que existe uma dose letal, sendo em média de 65 a 70 cigarros, porém isso além de nunca ter acontecido de fato, vem por água abaixo quando pessoas como o rapper Snoop Dogg admite fumar 80 cigarros de maconha diariamente, há vários anos, e ainda assim continua bem vivo.

Outra boa vantagem é seu fator recreativo, que pacientes com problemas de depressão ou doenças degenerativas, além de poder usar um medicamento que de fato aliviam suas dores, náuseas ou problemas psicológicos, têm um meio de poder sorrir mais facilmente, apreciar comida e música com mais vontade e deleite.

Então até quando a ignorância da população vai permitir que as autoridades proíbam algo tão natural e benéfico, dizendo calúnias a respeito de uma planta sagrada, usada há milênios? Vamos Brasil, é hora de acordar. Legalize já ! 

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Legalização Regulamentada da Canábis (Por Mário Márcio Pelajo)

Cânnábis Anonymous - Maconha
Existem muitas pessoas no mundo interessadas em manter este sistema social absurdo. A grande minoria muito poderosa. Com a Legalização Regulamentada, os preços de todos os produtos do mundo ficariam mais baixos, pela inserção da mais barata matéria-prima e pela redução da demanda ou procura pelas outras.Ocorreria no curto prazo uma redução na frequência da procura individual por produtos em geral, em virtude das propriedades de resistência da canábis. Isso faria com que os preços dos produtos caíssem, pois o próprio custo da nova matéria-prima é bem mais baixo. Com as propriedades de resistência da canábis ocorreria no curto prazo uma redução das pressões inflacionárias que atormentam os governos e os civis há séculos, principalmente os trabalhadores mais pobres que tem seu baixo salário praticamente engolido pela inflação. Os bens básicos de alimentação são os maiores vilões da inflação. Com a implantação do plantio de canábis haveria mais espaço livre para o plantio de alimentos, pois como já vimos a área necessária para o plantio é menor, reduzindo também o desmatamento e o aquecimento global. Os produtos feitos com a canábis seriam muito mais baratos e durariam muito mais que os feitos de todas as outras matérias-primas. As empresas e os cidadãos comuns teriam muita matéria-prima para comercializar, fazendo até mesmo com que o mundo visse novamente algumas práticas mercantilistas em maior frequência.

Texto escrito por Mário Márcio Pelajo, autor do livro Canábis Anonymous